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Polícia prende chefes de quadrilha que planejava roubo de carga em SP

As investigações duraram três meses e os presos são suspeitos de chefiarem uma quadrilha de roubo de cargas com atuação em Minas Gerais e São Paulo

São Paulo|Kaique Dalapola, do R7

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Roupas camufladas e televisores foram apreendidos com os suspeitos
Roupas camufladas e televisores foram apreendidos com os suspeitos

Uma operação da Polícia Civil paulista prendeu, na manhã desta terça-feira (9), quatro suspeitos de integrarem uma quadrilha de roubo de cargasprincipalmente em São Paulo e Minas Gerais.

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Segundo o delegado Alberto Pereira Júnior, da Divecar (Divisão de Investigação sobre Roubos e Furtos de Veículos e Cargas), a polícia soube que a quadrilha iria realizar um assalto nesta terça-feira, na região de Osasco (Grande São Paulo).

Para evitar confrontos, ficou decidido, após reunião nesta segunda-feira (8), que os policiais civis iriam prender os líderes da quadrilha antes de a ação criminosa ser realizada. De acordo com Pereira, a operação terminou com um “resultado maravilhoso”.


Na última quinta-feira (4), uma ação do setor de inteligência da Polícia Militar em Guararema (Grande São Paulo) terminou com 11 supostos assaltantes mortos. No ocasião, a PM disse que também tinha informações de que a quadrilha agiria na área.

O delegado afirma que a quadrilha conta com dezenas de integrantes, são especialistas em roubo de eletroeletrônicos e vão para o crime com armamentos de grosso calibre, preparados para o confronto. 


Conforme as investigações, que duram três meses, o grupo foi responsável por um latrocínio que vitimou um sargento da Polícia Militar de Minas Gerais em dezembro do ano passado. A televisão roubada do policial foi recuperada.

As investigações ainda apontam que os quadrilha também tinha integrantes infiltrados em empresas. De acordo com o delegado Eduardo Castanheira, da 3ª Divecar, um dos presos é cadastrado como motorista em um centro de distribuição de produtos eletrônicos. Ele teria a função de passar informações privilegiadas para a realização de assaltos.


Para o delegado Pereira, o que estimulava que a quadrilha continuasse atuando são “as pessoas que as olhos da sociedade são comerciantes bem-sucedidos”. Estes receptadores, segundo ele, são “grandes criminosos” com poder para comprar R$ 1 milhão em produtos.

Além dos quatro presos, a Polícia Civil cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em 13 endereços que devem auxiliar nas investigações.

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