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SP terá fiscalização intensificada a partir de 1º de junho, diz Covas

Prefeito enfatizou que a partir de segunda-feira (1º) a administração municipal receberá protocolos de funcionamento de setores que desejam reabrir

São Paulo|Do R7

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SP fiscalizará estabelecimentos que abrirem sem aval sanitário
SP fiscalizará estabelecimentos que abrirem sem aval sanitário LEANDRO FERREIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, afirmou nesta sexta-feira (29) que a administração municipal deve intensificar a fiscalização sobre as atividades comerciais a partir da segunda-feira (1º). "Estamos prevendo, a partir do dia 1º, intensificar a fiscalização. É importante deixar bem claro que apesar da autorização dada pelo governo, os setores não começam a abrir dia 1º", afirmou Covas.

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Em coletiva de imprensa para explicar como ocorrerá o processo de reabertura na cidade, Covas afirmou que, para reabrir, empresas e setores terão de criar protocolos que serão submetidos à Secretaria de Trabalho e ter o aval da Vigilancia Sanitária.

Os pré-requisitos para abertura são: protocolos de saúde, higiene, testagem, autorregulação, política de comunicação com regras e protocolos para funcionários e clientes. Escolas e creches ficam fechadas. "Os empresários também precisam fazer a sua parte para que a gente não volte atrás."


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Segundo Bruno Covas, o município foi classificado pela fase dois pelas características que apresenta. "Conseguimos manter o número de casos nas duas semanas praticamente estável e continuamos à disposição para trabalhar com municípios da região metropolitana. Isso reforça a necessidade de se discutir a governança metropolitana", afirmou.


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Covas lembrou ainda que a cidade continua em quarentena. "Não vencemos o vírus, continuem a usar máscaras", afirmou. "É preciso lembrar que nada reabre a partir do dia 1º de junho, somente começaremos receber os protocolos setoriais com orientações de higiene, horários, alternativos, fiscalização e autotutela que as associações farão e de que forma não vamos ampliar a desigualdade já que as creches estarão fechadas."

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