Congressista dos EUA critica Mais Médicos por presença de mão de obra cubana
Americano confirmou que Cuba recebeu "mais de US$ 1 bilhão" do governo brasileiro
Saúde|Do R7

O congressista dos Estados Unidos Mario Díaz-Balart disse nesta terça-feira (9) que o governo cubano lucra com o trabalho "forçado" de seus médicos no Brasil, ao afirmar que Cuba recebeu "mais de US$ 1 bilhão" do governo brasileiro através do programa Mais Médicos. "Há milhares de médicos cubanos que trabalham contra sua vontade no Brasil, e outros milhares em lugares como Venezuela e África", criticou o congressista cubano-americano em comunicado.
Segundo o representante republicano pela Flórida, "é uma vergonha e uma grave violação das normas trabalhistas internacionais que o regime de (Raúl) Castro continue 'alugando' seres humanos para investidores e governos estrangeiros".
O programa Mais Médicos contratou 14.462 profissionais, entre eles 11.456 cubanos, para prestar atendimento nas áreas mais remotas e periféricas do Brasil. "Mesmo com as denúncias que o regime cubano utiliza médicos como mão de obra escrava, o Brasil pagou mais de US$ 1 bilhão para a ditadura de Castro em troca dos médicos cubanos que não têm nenhuma influência ou decisão sobre seus salários e condições de trabalho", garantiu o político.
Pesquisa aponta que 83% dos pacientes estão satisfeitos com atendimento no Mais Médicos
Para Díaz-Balart, esse programa "é uma lucrativa fonte de receitas para a ditadura, que fica com cerca de 90% dos salários dos médicos". "De maneira inacreditável, o regime de Castro promove a venda de mão de obra médica barata como uma empresa nobre, mas isso dificilmente se trata de caridade", garantiu Díaz-Balart.













