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Covid: Reino Unido aprova mais uma vacina contra cepa original e Ômicron

Imunizante da Pfizer se torna 2º aprovado no país para combater ambas as variantes; antes, injeção da Moderna já tinha sido aceita

Saúde|Do R7, com EFE

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Duas novas vacinas, aprovadas no Reino Unido, combatem as duas cepas do coronavírus
Duas novas vacinas, aprovadas no Reino Unido, combatem as duas cepas do coronavírus

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos Sanitários (MHRA na sigla em inglês) do Reino Unido aprovou, neste sábado (3), a segunda vacina capaz de combater ao mesmo tempo a cepa original e a variante Ômicron do coronavírus.

O imunizante da Pfizer/BioNTech será destinado a pessoas acima de 12 anos de idade. De acordo com a agência reguladora, o composto atendeu a todos os padrões de segurança, qualidade e eficácia e será usado a partir do outono no hemisfério norte.


A diretora executiva da MHRA, June Raine, informou que o país tem uma "segunda vacina aprovada para o programa de reforço de outono do Reino Unido. O ensaio clínico da vacina bivalente Pfizer/BioNTech mostrou uma forte resposta imune contra a variante Ômicron BA.1, assim como contra a linhagem original."

“As vacinas bivalentes estão nos ajudando a enfrentar o desafio de um vírus em constante evolução, para ajudar a proteger as pessoas contra variantes da Covid-19”, acrescentou.


A presidente da Pfizer no Reino Unido, Susan Rienow, disse em um comunicado que ficou satisfeita com a decisão da MHRA de aprovar a vacina bivalente Pfizer-BioNTech. “Acompanhamos a ciência desde o início da pandemia e temos o prazer de poder fornecer ao Serviço Nacional de Saúde [NHS, na sigla em inglês] mais uma ferramenta [para combater o vírus]", disse.

No mês passado, o Reino Unido aprovou a vacina bivalente da Moderna desenvolvida para atacar o vírus original da Covid-19 e a nova variante Ômicron.


A partir de setembro deste ano, as autoridades de saúde britânicas iniciam a vacinação de reforço para maiores de 50 anos e para pessoas que estão nos grupos de maior risco.

As vacinas originais usadas durante a pandemia foram desenvolvidas para combater a forma original do vírus que surgiu em Wuhan, na China, no final de 2019, mas, desde então, o vírus sofreu mutações à medida que surgiram novas variantes que podem invadir o sistema imunológico, causando surtos da doença em vários países.

Com essas vacinas bivalentes, espera-se que uma única injeção em adultos seja necessária uma vez por ano.

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