O perigo da automedicação para a insônia: por onde começar o tratamento correto?
Recorrer a remédios e hormônios sem avaliação médica agrava o problema
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Muitas pessoas, ao enfrentarem quadros de insônia, recorrem a soluções rápidas sem uma avaliação diagnóstica pormenorizada e correta. É comum a autoprescrição de melatonina — substância cuja eficácia abrange apenas uma parcela muito pequena da população, segundo estudos científicos com boa metodologia —, além do uso de fitoterápicos, drogas benzodiazepínicas e hipnóticos como o zolpidem e outros da mesma linhagem.
De acordo com as sociedades internacionais que estudam os distúrbios do sono, o tratamento de primeira linha para grande parte dos pacientes deve ser a terapia cognitivo-comportamental (TCC).
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Além disso, medidas essenciais como a higiene do sono costumam ser negligenciadas, como evitar o uso de telas durante o período noturno e não levar preocupações para a cama. Práticas diárias como atenção plena e meditação também possuem forte evidência científica de eficácia na melhoria do sono e na redução da ansiedade.
Portanto, um quadro de insônia deve ser avaliado de forma global antes de qualquer intervenção medicamentosa. Os fármacos exigem cautela extrema, acompanhamento médico e, quando necessário, exames específicos como a polissonografia para detetar distúrbios primários do sono, reforçando que a automedicação nunca deve ser o caminho.
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