Logo R7.com
RecordPlus

Em vídeo contra a aids, príncipe Harry pede que pessoas "percam a vergonha" de falar sobre a doença

Harry usou sua vergonha de falar em público como exemplo

Saúde|Do R7

  • Google News
Príncipe Harry encorajou o envolvimento de "tanta gente quanto possível" na campanha
Príncipe Harry encorajou o envolvimento de "tanta gente quanto possível" na campanha

O príncipe Harry admitiu nesta segunda-feira (1º) em um vídeo publicado pelo Dia Mundial de Luta contra a Aids que busca diminuir o estigma sobre a doença que fica muito nervoso antes de falar em público em uma sala cheia de gente. O neto da rainha Elizabeth II lançou a mensagem hoje para ajudar que as pessoas percam a "vergonha" de falar sobre a doença em uma campanha que pretende diminuir o estigma que ainda cerca os portadores do vírus.

"Meu segredo é, acredite ou não, que fico muito nervoso antes de discursar em público, não importa o tamanho da audiência", confessou o príncipe Harry, que cultiva a fama de extrovertido. 


"Estamos transformando este dia contra a aids em um dia em que ninguém deve sentir nenhuma vergonha sobre seus segredos", disse Enrique. "Isso faz com que milhares de crianças morram desnecessariamente a cada ano, porque eles estão mantendo sua doença em segredo e não recebendo a atenção médica que necessitam", destacou.

"Juntos podemos abordar este estigma que rodeia o HIV e dar aos jovens a infância que merecem, a infância que muitos de nós damos por encerrada", assinalou o príncipe.


Aids cresce 21,5% entre a população jovem de São Paulo

Harry, de 30 anos, lembrou no vídeo que o vírus da imunodeficiência humana é "a segunda causa de mortes no mundo para crianças e jovens entre 10 e 19 anos, e a causa número um de mortes em toda a África".


Harry se uniu à campanha #FeelNoShame ("Não sinta vergonha"), que também conta com a participação, entre outras celebridades, da cantora Nicole Scherzinger e da atriz Gemma Arterton.

O príncipe Harry agradeceu a participação "de todos os envolvidos na campanha" e encorajou o envolvimento de "tanta gente quanto possível". Em 2006, Harry participou da fundação de uma organização para combater a aids em Lesoto, o país com a terceira mortalidade mais alta do mundo por causa do vírus, depois de Suazilândia e Botsuana. 

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.