Estados Unidos batem recorde de casos diários de covid-19
País, que vive pico da pandemia, registrou ontem 102,8 mil novas infecções pelo coronavírus, segundo a Universidade Johns Hopkins
Saúde|Do R7

Os Estados Unidos contabilizaram na quarta-feira (4) um recorde de casos diários de covid-19: 102,8, de acordo com números consolidados pela Universidade Johns Hopkins.
O país é o mais afetado do mundo pela pandemia, com 233.736 mortes até agora.
Esta também foi a primeira vez que os EUA romperam a marca de 100 mil novos casos em um único dia.
O total de infectados desde o começo do ano chegou a 9.489.468, quase 20% do total em todo o mundo — o país é o terceiro em população global.
Outros países do hemisfério norte também enfrentam alta significativa de novos infectados.
É o caso da França, que registrou 40,5 mil diagnósticos positivos ontem, após um recorde de 52,5 mil na segunda-feira.
Diante da possibilidade de um colapso do sistema de saúde, a prefeitura de Paris impôs mais restrições. A França já vive toque de recolher.
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No Reino Unido, foram 25,1 mil novos casos ontem. O governo já determinou o fechamento de serviços não essenciais na tentativa de conter o avanço do vírus.
O mesmo ocorre em outros países europeus que já passaram pela primeira onda de infecções, no começo do ano. Espanha, Itália e Alemanha enfrentam números preocupantes para autoridades.
Na semana passada, a a Europa voltou a ser o epicentro da pandemia no mundo. Na terça-feira, o continente registrou 214,1 mil novos infectados, somando desde o início 11,8 milhões de casos.
Será possível escolher vacina contra a covid?
Coronavac, Oxford, Pfizer: será possível escolher vacina da covid-19? Não. Essa decisão é do Ministério da Saúde. "Essas vacinas não vão estar disponíveis no sistema privado, para que você possa fazer uma escolha. Elas farão parte de um programa que o ...
Coronavac, Oxford, Pfizer: será possível escolher vacina da covid-19? Não. Essa decisão é do Ministério da Saúde. "Essas vacinas não vão estar disponíveis no sistema privado, para que você possa fazer uma escolha. Elas farão parte de um programa que o ministério vai definir", afirma Flávia. Essa deliberação, de acordo com ela depende de inúmero fatores, como disponibilidade, facilidade de distribuição e quando elas estarão prontas. "Em termos de vacinação pública, temos que fazer uma logística bastante detalhada e complexa. O ministério vai ter que pensar qual a melhor forma de vacinar", completa. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, já afirmou que a vacina contra a covid-19 vai ser acrescentada ao PNI (Programa Nacional de Imunizações), que faz parte do SUS (Sistema Único de Saúde). Ainda de acordo com ele, 30 milhões de doses do imunizante produzido pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZenca estarão disponíveis no país até janeiro


















