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IA na saúde: ‘Se usarmos da melhor forma, vamos colher frutos maravilhosos’

Uso de inteligência artificial em hospitais e clínicas chega a 18% dos estabelecimentos no Brasil

Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uso de inteligência artificial (IA) na saúde atinge 18% dos estabelecimentos no Brasil.
  • Principais aplicações incluem organização de processos clínicos e segurança digital.
  • Especialista Rafael Altomare destaca a importância do uso correto da IA para melhores resultados.
  • No futuro, a IA deve complementar a prática médica, possibilitando diagnósticos mais específicos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

De acordo com a 17ª edição da pesquisa TIC Saúde do Comitê Gestor da Internet no Brasil, o uso de inteligência artificial na saúde chega a 18% dos estabelecimentos do Brasil — 11% dos públicos e 18% dos privados. As principais aplicações de IA são em organização de processos clínicos administrativos e no melhoramento da segurança digital, o que o especialista Rafael Altomare vê com bons olhos.

Se nós usarmos da melhor forma possível a IA e saber perguntar, saber contextualizar, a gente vai colher frutos maravilhosos”, destaca em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (13). Altomare baseia sua análise em um relato pessoal, de quando recorreu a uma plataforma para tirar dúvidas sobre um formigamento que havia começado a sentir nas mãos.


Imagens de cérebro no computador
Altomare acredita que tecnologia será utilizada como complemento à medicina Reprodução/Record News

“Eu fiz uma pesquisa perguntando o que eu tinha, e ele foi relatando três possíveis problemas. Aí eu fui ao médico, um médico do bairro que eu não conhecia. Ele falou: ‘Você está com um problema na coluna’”. O formigamento, no entanto, só aumentava. Quando ele retornou à IA, ela recomendou procurar um neurologista com urgência. “Passei no neuro no mesmo dia e ele falou: ‘Cara, esse é um caso bem crítico, você pode ter síndrome de Guillain-Barré, esclerose múltipla ou EMA’”.

Altomare acredita que, no futuro, a tecnologia será utilizada como um complemento à prática da medicina, permitindo compilação de dados e possibilitando diagnósticos mais específicos. “É uma evolução. Hoje o uso da IA nos hospitais, nessas clínicas, está um pouco mais operacional. Vai ficar muito melhor quando a gente cair na prática mesmo, ensinar e ajudar os problemas com saúde”, conclui.

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