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Mais 4.000 cubanos chegam ao Brasil a partir de hoje

Ministério da Saúde informou que grupo faz parte da quarta etapa do Mais Médicos

Saúde|Do R7

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O governo federal anunciou que o Brasil receberá mais 4.000 médicos cubanos, que chegarão a partir desta quarta-feira (5). Eles serão distribuídos entre seis cidades: Gravatá (PE), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Guarapari (ES), Fortaleza (CE) e São Paulo (SP), onde cursarão o módulo de acolhimento e avaliação do programa.

Além dos 4.000 cubanos, outros 1.078 profissionais são de brasileiros que optaram por migrar do Provab (Programa de Valorização da Atenção Básica) para o Mais Médicos. Também integram o grupo os 401 candidatos selecionados em primeira chamada pelo edital, sendo 197 com diplomas do Brasil e 204 formados no exterior.


Segundo o Ministério da Saúde, a previsão é chegar ao mês de abril com mais de 14,9 mil médicos. O objetivo é "garantir assistência em atenção básica para mais de 51 milhões de brasileiros".

Governo aumenta repasse e cubanos do Mais Médicos irão receber R$ 2.900 no Brasil


Atualmente, os 9.425 médicos que integram o programa estão distribuídos em 3.241 cidades e 32 distritos indígenas. Parte desse grupo, pouco mais de 2.000, ainda está finalizando o processo de avaliação e deve iniciar o atendimento nos municípios em março.

Mais um cubano deixa programa Mais Médicos


Repasse para cubanos

Depois das críticas recebidas no último mês, quando veio à tona que cubanos do Mais Médicos recebiam no Brasil o equivalente a US$ 400 (R$ 933), o Ministério da Saúde anunciou uma mudança nos repasses e um aumento real de US$ 245 nos salários desses profissionais. A partir de março, eles passam a receber um total de US$ 1.245 (R$ 2.900). Para atingir esse valor, os US$ 600 (R$ 1.400) que antes eram depositados em Cuba passarão a ser fornecidos diretamente para os profissionais aqui no Brasil.


O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou que a medida já vinha sendo estudada pelo ministério há alguns meses, mas não informou quando. Segundo ele, a mudança foi um pedido da presidente Dilma Rousseff.

Chioro fez questão de ressaltar que não houve aumento dos valores repassados pelo governo brasileiro pela cooperação internacional.

— Não vamos gastar um centavo a mais. Vamos continuar pagando o mesmo valor.

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