Pernambuco usa câmeras para localizar focos do mosquito Aedes aegypti
Imagens devem ajudar a identificar locais como caixas d'água mal vedadas e pneus
Saúde|Do R7

Na capital pernambucana, uma das cidades mais atingidas pela epidemia de doenças causadas pelo Aedes aegypti, a Secretaria de Segurança Urbana da prefeitura iniciou mais uma tentativa de combater o mosquito. O Centro de Operações passou a utilizar as cem câmeras de monitoramento espalhadas pela cidade para tentar para localizar possíveis focos do mosquito.
O trabalho consiste no direcionamento do foco das câmeras — que já são utilizadas rotineiramente para ações das equipes de trânsito e segurança pública — para locais que possam abrigar criadouros do mosquito transmissor da dengue, febre chikungunya e do zika vírus — mesmo em locais altos, de difícil acesso e distantes dos olhos dos agentes de saúde.
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Nas imagens captadas pelas câmeras será possível observar diversos flagrantes de situações que costumam favorecer a proliferação das larvas do mosquito, como caixas d'água mal vedadas e pneus abandonados.
Nos primeiros três dias de trabalho já foi possível identificar cerca de 60 pontos de risco, em pelo menos dez bairros da cidade. O resultado das gravações foi encaminhado à Gerência de Vigilância Ambiental, da Secretaria de Saúde do Recife.
A partir de quarta-feira (23), os agentes de saúde ambiental e controle de endemias serão acionados para vistoriar os pontos identificados e realizar o tratamento adequado do potencial criadouro de mosquitos. O gerente da Vigilância Ambiental, Jurandir Almeida, destacou a importância desta ação. "Estamos usando a tecnologia a favor da saúde pública. E temos certeza de que isso irá agilizar o nosso trabalho".
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Em meio a um surto de zika vírus no Brasil, muito se sabe a respeito de sintomas, complicações e outros dados de como a doença funciona dentro do corpo humano — mas, e em seu vetor, o mosquito aedes aegypti, como o vírus age? Todo exemplar do aedes é p...
Em meio a um surto de zika vírus no Brasil, muito se sabe a respeito de sintomas, complicações e outros dados de como a doença funciona dentro do corpo humano — mas, e em seu vetor, o mosquito aedes aegypti, como o vírus age? Todo exemplar do aedes é portador do zika? Eles só se alimentam de sangue humano? E por que precisam picar as pessoas? Para responder a estas e muitas outras questões a respeito do maior vilão da saúde atual no Brasil, o R7 conversou com Fernando Bernardini, especialista em insetos, graduado pela Universidade de São Paulo (USP) e responsável pelo desenvolvimento de produtos na Bayer CropScience. Ele conta, entre outras coisas, que uma fêmea do aedes aegypti pode ter, ao longo de toda a sua vida, seis mil descendentes. Confira





























