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Análise diz que metade da população mundial terá acesso à Internet em 2018

Empresa prevê que maioria dos dados estará armazenada na nuvem

Tecnologia e Ciência|Do R7

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A quantidade de trocas de dados pela internet também deve sofrer um aumento significativo
A quantidade de trocas de dados pela internet também deve sofrer um aumento significativo

A Cisco, empresa que trabalha na área da tecnologia em nuvem, divulgou recentemente os resultados da sua última análise global. De acordo com o estudo, a previsão é de que até 2018 metade da população mundial terá acesso à Internet, com mais da metade do conteúdo desses usuários (53%) suportada por serviços de armazenamento em nuvem pessoal.

Além disso, a quantidade de trocas de dados pela internet também deve sofrer um aumento significativo. O estudo prevê que o tráfego global de data center vai quase triplicar de 2013 a 2018, subindo de 3,1 zettabytes/ano em 2013 para 8,6 zettabytes/ano em 2018. Um zettabyte equivale a um trilhão de gigabytes.


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Por conta desse alto número de compartilhamentos e criação de dados, a tendência é que o armazenamento em nuvem se torne cada vez mais comum e utilizado pelos usuários comuns. Em 2018, 53% de todos os internautas residenciais em todo o mundo vão utilizar armazenamento em nuvem pessoal.


Para isso, o número de países com a infraestrutura necessária para “trabalhar na nuvem” deve crescer nos próximos anos. Hoje, 109 países estão aptos – a previsão é de que em 2018 esse número aumente ainda mais, tornando a internet mais eficaz e veloz.

O levantamento da Cisco também analisou quais são os países que melhor apresentam bom desempenho com a internet. Na rede fixa, são Cingapura, Coréia, Holanda, Hong Kong, Japão, entre outros, e na rede móvel são Austrália, Bélgica, China, Coréia, Dinamarca, Luxemburgo, Nova Zelândia, Omã, Qatar e Uruguai.


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O estudo feito pela empresa foi feito a partir da análise de diversas fontes primárias e secundárias, resultado de mais de 150 milhões de testes de velocidade, em 150 países ao redor do mundo, além de relatórios independentes de pesquisa de mercado.

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