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Empresa alerta sobre apps falsos ligados ao auxílio emergencial

Ferramentas disponíveis na Google Play prometem consultas ao valor do benefício, calendários de pagamentos e outros detalhes

Tecnologia e Ciência|Sofia Pilagallo, do R7*

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Esta não é a primeira vez que o auxílio emergencial é usado como isca para golpes cibernéticos
Esta não é a primeira vez que o auxílio emergencial é usado como isca para golpes cibernéticos

A empresa de cibersegurança Kaspersky emitiu um alerta nesta semana sobre aplicativos falsos ligados ao auxílio emergencial na Google Play, a loja oficial de apps do Google. As ferramentas prometem consultas ao valor do benefício, calendários de pagamentos e outros detalhes.

Até o momento, não há indícios de que os usuários sejam solicitados a inserir nenhum dado pessoal — com exceção do PIS, contribuição social recolhida pelas empresas que são transformadas em benefícios aos trabalhadores. Isso não significa, no entanto, que eles não estejam em risco.

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"Existe uma grande possibilidade desses aplicativos se tornarem, eventualmente, maliciosos", afirma o analista sênior de segurança da Kaspersky, Fabio Assolini. "Basta apenas uma atualização do desenvolvedor para que o app comece a pedir dados pessoais dos usuários. Dessa forma, os cibercriminosos poderão se abastecer de informações pessoais e financeiras, de forma a desviar milhões dos pagamentos do auxílio, como fizeram no ano passado."

Em dezembro de 2020, circulou nas redes uma notícia falsa sobre o que os golpistas chamaram de "abono emergencial de Natal". A fraude direcionava os usuários a clicar em links maliciosos e frequentemente os levava a contratar serviços premium sem seu consentimento, ou, ainda, ter seus dados pessoais ou financeiros roubados.

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Para evitar ser vítima deste tipo de golpe, a empresa aos internautas algumas medidas fundamentais: suspeitar de links recebidos, seja por e-mail, SMS ou WhatsApp; verificar o endereço do site para onde foi redirecionado; averiguar se uma notícia é verdadeira, acessando o site oficial do veículo; não inserir informações pessoais se não tiver certeza de que o aplicativo é seguro; e, por fim, manter as soluções de segurança sempre atualizadas.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Paulo Guilherme

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