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Europol: Ataque cibernético já fez 200 mil vítimas em 150 países

Rob Wainwirhgt descreveu ação como "sem precedentes" e manifestou preocupação

Tecnologia e Ciência|Do R7, com agências internacionais

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Alvos incluem bancos, multinacionais e até sistema hospitalar
Alvos incluem bancos, multinacionais e até sistema hospitalar

O diretor da Europol (Agência Policial Europeia), Rob Wainwright, afirmou neste domingo (14) que o ataque cibernético global iniciado anteontem já atingiu 200 mil vítimas em, ao menos, 150 países.

Wainright classificou o alcance global do ataque como algo "sem precedentes" e o descreveu como "bastante indiscriminado", lembrando que atingiu desde hospitais e escolas até grandes corporações.


Em declaração à ITV, da Grã-Bretanha, o chefe da Europol afirmou ainda que o mundo enfrenta uma ameaça crescente e manifestou preocupação com possíveis ataques na manhã de segunda-feira (15).

Especialistas dizem que outra ação similar é iminente e que pode ser irrefreável.


A Europol trabalha junto com o FBI (polícia federal dos Estados Unidos) para tentar identificar os culpados pelos ataques. "É improvável que seja apenas uma pessoa", disse Wainright.

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O vírus que atingiu os computadores trava os arquivos do usuário e pede o pagamento do equivalente a US$ 300 (R$ 945) em bitcoins para liberar os documentos. Na tela, existe ainda uma ameaça de que se o valor não for transferido dentro de um prazo, o disco rígido será apagado.

No Reino Unido, sistemas de hospitais do NHS (Sistema Nacional de Saúde, equivalente ao SUS) foram atingidos, fazendo com que consultas fossem canceladas. Grandes corporações, como a montadora Nissan, o banco Santander, a sede da Telefónica na Espanha, entre outros, também tiveram registros de ataque. 

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