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Mark Zuckerberg surpreende em evento chinês ao falar mandarim fluentemente

Apesar de sua pronúncia não ser impecável, CEO do Facebook foi aplaudido pelo esforço

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Mark Zuckerberg arrancou gargalhadas com indireta sobre banimento do Facebook na China
Mark Zuckerberg arrancou gargalhadas com indireta sobre banimento do Facebook na China

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, surpreendeu uma plateia de estudantes em Pequim, na China, ao falar mandarim fluentemente. Casado com a sino-americana Priscilla Chan desde 2012, Zuckerberg estabeleceu como meta em 2010 aprender o idioma da família da namorada.

Segundo o jornal Daily Mail, o cofundador do Facebook decidiu aprender a língua porque a avó de sua atual esposa só fala chinês.


— Priscila e eu decidimos nos casar, então eu contei a avó dela em chinês e ela ficou muito surpresa.

Mark Zuckerberg gasta uma fortuna para manter sua privacidade


Zuckerberg ainda disse que a China é um grande país e espera que o aprendizado da língua ajude na compreensão de sua cultura.

— A língua chinesa é difícil, e eu falo inglês, mas gosto de desafios.


A pronúncia do cofundador do Facebook não era perfeita e alguns nativos disseram que às vezes era um desafio entendê-lo. No entanto, ele foi capaz de manter a conversa inteligível por cerca de meia hora e foi aplaudido pelo esforço.

Durante o evento na China, o CEO não quis falar sobre o banimento de sua rede social no país, mas arrancou gargalhadas dos alunos da prestigiada Universidade de Tsinghua com uma indireta em reloação ao assunto. A rede social tenta há tempos entrar no mercado chinês.


Wei Xiaoliang foi quem provocou Mark Zuckerberg a falar do banimento da rede social na China.

— Falando em China, eu tenho uma pergunta difícil para o Mark, e espero que isso não me faça ser demitido. Quais são os planos do Facebook na China?

Bem humorado, o americano então respondeu que eles já estavam na China.

— Nós ajudamos as empresas chinesas a conquistar clientes no experior. Queremos ajudar o resto do mundo a se conectar a China.

Pequim promove o uso da internet para negócios e educação, mas proíbe material considerado subversivo ou obsceno e bloqueia o acesso a sites estrangeiros dirigidos por grupos relacionados à luta por direitos humanos e ativistas do Tibete e redes sociais.

Zuckerberg visitou Pequim como membro recém-nomeado do conselho consultivo da Escola de Economia e Gestão da Universidade de Tsinghua.

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