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Estudante que planejou a morte do pai vai a júri popular

Tribunal rejeitou recurso da defesa e confirmou julgamento de Érika Passarelli

Minas Gerais|Do R7 MG

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Além da morte do pai, Érika Passarelli é acusada de aplicar golpes em lojas com cheques falsificados
Além da morte do pai, Érika Passarelli é acusada de aplicar golpes em lojas com cheques falsificados

Érika Passarelli Teixeira, acusada de planejar a morte do próprio pai para receber R$ 1 milhão em seguros, teve o júri popular confirmado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais nesta terça-feira (14). A 6ª Câmara Criminal rejeitou o recurso da defesa, que alega não haver provas do envolvimentoda ex-estudante de direito. A data do julgamento ainda não foi definida.

No fim de dezembro de 2012, a Justiça pronunciou Érika pelo crime de homicídio duplamente qualificado, com emprego de dissimulação e motivo torpe. Os advogados de Érika afirmam que não há testemunhas que a incriminem. Apesar disso, também pediram a retirada das qualificadoras, o que não foi aceito pelos desembargadores.

Mario José Teixeira Filho, 50 anos, foi assassinado às margens da BR-356 em Itabirito, na Grande BH, no dia 5 de agosto de 2010. O ex-namorado de Érika, Paulo Ricardo de Oliveira, e o pai dele, Santos das Graças Alves, cabo da PM, também respondem pelo homicídio. Somente Érika está presa. Ela foi encontrada em março de 2012 em uma casa de massagens no Rio de Janeiro, onde trabalhou disfarçada por um ano e meio, foragida da polícia mineira. Ela também responde por uma série de golpes em lojas de roupas por usar cheques falsificados.

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