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Justiça nega liberdade a policial suspeito de matar jornalista em Ipatinga

Investigador Lúcio Lírio Leal responde pela morte de Rodrigo Neto

Minas Gerais|Do R7

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Defesa afirma que prisão preventiva não se justifica por não haver risco a testemunhas; polícia questiona
Defesa afirma que prisão preventiva não se justifica por não haver risco a testemunhas; polícia questiona

O policial civil Lúcio Lírio Leal, apontado como um dos responsáveis para a morte do jornalista Rodrigo Neto em Ipatinga, no Vale do Aço, teve o pedido de relaxamento de prisão negado na segunda-feira (11).

O juiz Antônio Augusto Calaes, da 2ª Vara Criminal de Ipatinga, também negou a revogação da prisão preventiva. O investigador está detido desde junho.


O advogado Eliseu Borges Brasil entrou com o pedido no dia 24 de outubro. Ele alega excesso de prazo e garante que não há risco para testemunhas.

— Olha o tempo em que ele ficou solto depois da morte do Rodrigo. Não fez nada com ninguém, é réu primário, não justifica ficar preso esse tempo.


O defensor dá a entender que o fato de Lúcio conhecer Alessandro Neves Augusto, o Pitote, apontado pela polícia como o assassino de Rodrigo, pode ter complicado sua situação.

— Só há a suspeita em cima do Lúcio. O problema dele foi ter se envolvido com quem não deveria.

Lúcio Lírio Leal, segundo a Polícia, estava com a picape Fiat Strada usada para a fuga após a morte de Rodrigo. O carro era roubado e clonado, segundo as investigações.

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