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Mulher encontrada morta em construção teria recebido herança dias antes

Vítima foi achada em Ribeirão das Neves, mas morava em Belo Horizonte

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

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Patrícia Tomé de Oliveira foi morta com um corte no pescoço
Patrícia Tomé de Oliveira foi morta com um corte no pescoço

A mulher encontrada morta na noite de terça-feira (3) no porão de uma casa em construção em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, pode ter sido assassinada por dinheiro. Segundo familiares da vítima, Patrícia Tomé Rodrigues de Oliveira, de 44 anos, teria recebido uma herança no valor de R$ 27 mil há cerca de uma semana.

Ainda conforme relatos de uma parente, que não quis se identificar, a vítima morava sozinha em uma casa alugada no bairro Mantiqueira, na região de Venda Nova, na capital mineira, há aproximadamente um mês e ficou desaparecida por dois dias. 


— Patrícia nunca deixa o celular desligado. Ela sempre está com o celular ligado e não ficava longe dele um minuto. Aí eu comecei a desconfiar.

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Já de acordo com moradores do bairro onde a vítima morava, um homem teria ido até a casa da mulher na noite do crime e chamado por ela. Em seguida, teriam ouvido o portão de sua residência batendo e Patrícia não foi mais vista na região. Ainda segundo os vizinhos, não houve briga nem discussão.

O corpo de Patrícia só foi encontrado dois dias depois em uma casa em construção. Ela estaria com mãos e pés amarrados e sua boca foi amordaçada com fita crepe. Além disso, Patrícia apresentava um corte profundo na região do pescoço.


Após o crime, a família descobriu que a maior parte dos documentos da vítima haviam desaparecido e, por isso, acredita que o crime esteja relacionado à herança recebida pela mulher. Além disso, no dia seguinte ao sumiço de Patricia, R$ 1.000 foram sacados de sua conta e um celular comprado. 

— Quase todos os documentos dela sumiram. Fui um custo achar um documento para que ela não fosse enterrada como indigente.

O caso ainda está sendo investigado pela Polícia Civil, que já tem um suspeito do crime. No entanto, o órgão não irá divulgar detalhes sobre as investigações.

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