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Seis pessoas são indiciadas por morte de advogado na Pampulha

Dois suspeitos estão presos; os outros quatro são considerados foragidos

Minas Gerais|Do R7

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Advogado trabalhava na área criminal e defendia traficantes
Advogado trabalhava na área criminal e defendia traficantes

A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigou a morte do advogado Jayme Eulálio de Oliveira, de 37 anos, assassinado a tiros em 2013, na Pampulha, em Belo Horizonte. A vítima foi atingida por mais de 30 disparos.

De acordo com a corporação, seis pessoas foram indiciadas pelo homicídio. Gilmar Miranda Correia, de 24 anos, e Warley Miranda de Oliveira, 30, conhecido como "Bebê", estão presos. Os outros quatro são considerados foragidos, mas ainda não tiveram a identidade revelada.


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Oliveira foi morto quando chegava em casa, no bairro Castelo, no dia 22 de outubro de 2013. Os autores usaram um fuzil 556 e uma pistola .040 na execução.

A polícia acredita que o advogado tenha sido morto em retaliação por sua atuação na defesa dos interesses de integrantes de uma organização criminosa. Outros detalhes da investigação serão esclarecidos nesta segunda-feira (21), pelo delegado Rodrigo Bossi.


O crime

As câmeras de segurança do prédio onde o advogado morava registraram a ação dos criminosos. Segundo a polícia, assim que chegou em frente à garagem de casa o advogado foi surpreendido pelos assassinos. Um deles, com uma pistola semiautomática, ficou na traseira do veículo enquanto o outro que estava com o fuzil foi até a janela. Os dois dispararam vários tiros contra a cabeça da vítima.

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