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Justiça mantém preso lutador suspeito de espancar enteado de 13 anos em BH

Decisão cita gravidade das agressões e histórico de violência; suspeito já havia sido preso em 2023 por crimes semelhantes

Minas Gerais|Stéphanie Lisboa, da RECORD Minas e Cler Santos, do R7

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O suspeito já havia sido preso em maio de 2023 por crimes semelhantes
O suspeito já havia sido preso em maio de 2023 por crimes semelhantes RECORD Minas/ Reprodução

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Justiça de Minas Gerais manteve a prisão de um lutador de artes marciais suspeito de espancar o enteado de 13 anos.
  • A agressão ocorreu em casa, após desentendimento sobre limpeza de um canil, resultando em ferimentos graves na vítima.
  • O suspeito possui histórico de violência e já foi preso em 2023 por crimes semelhantes, incluindo violência doméstica.
  • A decisão judicial considerou o risco à integridade das vítimas, mantendo a prisão preventiva do investigado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Justiça de Minas Gerais decidiu manter preso o lutador de artes marciais, de 30 anos, suspeito de espancar o enteado, de 13 anos, em Belo Horizonte. A prisão em flagrante, realizada na última sexta-feira (1º), foi convertida em preventiva durante audiência de custódia. Na decisão, a magistrada destacou a gravidade concreta dos fatos, o risco à integridade das vítimas e o histórico de violência do investigado. Segundo o processo, há indícios de tentativa de homicídio qualificado, além de ameaça e dano.

De acordo com o boletim de ocorrência, o caso aconteceu dentro da casa da família, após um desentendimento considerado banal, relacionado à limpeza de um canil. O homem teria imobilizado o adolescente pelo pescoço e iniciado uma sequência de agressões com socos e chutes.


A vítima sofreu diversos ferimentos pelo corpo, incluindo uma fratura facial, além de cortes nos lábios — que precisaram de sutura — e dificuldade para enxergar com um dos olhos. A violência foi presenciada por uma prima do garoto, que acionou o pai, policial civil. Ele e a esposa, também policial, foram até o imóvel, conseguiram conter o suspeito e realizar a prisão.

Ainda conforme os autos, o adolescente relatou que vinha sendo agredido de forma recorrente, mas não denunciava por medo, já que era ameaçado pelo padrasto. A mãe do menino também afirmou já ter sido vítima de agressões anteriores. A decisão judicial destaca, inclusive, que o suspeito já havia sido preso em flagrante em maio de 2023 por crimes como injúria, ameaça e violência doméstica contra a mesma mulher, tendo, na ocasião, a prisão convertida em preventiva antes de ser solto dias depois.


Durante o episódio mais recente, além de espancar o adolescente, o homem também teria ameaçado a mãe e a avó da vítima, chegando a utilizar objetos como um martelo e uma talhadeira para intimidá-las. Ele ainda teria danificado itens da residência e feito ameaças contra os animais da casa. Mesmo após ser detido, segundo relatos policiais, o suspeito manteve comportamento intimidador e chegou a afirmar que voltaria a agredir as vítimas.

Diante desse cenário, a Justiça entendeu que a liberdade do investigado representa risco concreto à ordem pública e à segurança da família, destacando a reiteração de condutas violentas. Por isso, considerou inadequadas medidas cautelares alternativas e determinou a manutenção da prisão preventiva. O homem segue no sistema prisional e à disposição da Justiça.

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