Cuba é o primeiro país do mundo a zerar transmissão do HIV de mães para filhos

OMS avaliou que se trata de um passo importante em direção a uma geração livre da Aids

Do R7

Risco de transmissão cai para 1% ao tomar o coquetel Reprodução

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta terça-feira (30) que Cuba é o primeiro país do mundo a zerar a transmissão de HIV e sífilis de mães para bebês.

Margaret Chan, diretora geral da OMS, diz que esta foi uma das maiores conquistas possíveis na saúde pública, e um passo importante em direção a uma geração livre da aids.

De acordo com informações do jornal inglês The Guardian, ao longo dos últimos cinco anos os países caribenhos registraram um aumento no acesso às drogas antirretrovirais como parte de uma iniciativa local na tentativa de eliminar a transmissão entre mãe e filho.

Ações como exames para detectar os vírus do HIV e sífilis em mulheres grávidas e seus parceiros, preferência das cesáreas no lugar dos partos normais, e a substituição da amamentação por alimentação com fórmulas também contribuíram para quebrar a cadeia de infecção, completou a OMS.

As estimativas apontam que mais de 1.4 milhões de mulheres portadoras do HIV engravidam por ano no mundo.

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Se não recebem o tratamento adequado, elas têm entre 15% e 45% de chances de transmitir o vírus durante a gestação, parto ou amamentação. O risco, no entanto, cai para apenas 1% se a mãe e o bebê são tratados com o coquetel.

Em 2013, apenas duas crianças nasceram com o vírus da aids em Cuba, e apenas cinco com sífilis congênita.

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