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'Absurdo', diz defesa de advogada alvo de operação autorizada por Moraes

Margarida Marinalva de Jesus Brito é um dos alvos da 17ª fase da Operação Lesa Pátria, realizada nesta quarta-feira pela PF

Brasília|Rafaela Soares e Natália Martins, do R7, em Brasília

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Advogada teve prisão autorizada por Moraes
Advogada teve prisão autorizada por Moraes

A defesa da advogada Margarida Marinalva de Jesus Brito considerou o mandado de prisão no âmbito da 17ª fase da Operação Lesa Pátria um "absurdo". A prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Agentes da Polícia Federal estão na rua desde a manhã desta quarta-feira (27) e cumprem três mandados de prisão e dez de busca e apreensão. 

O advogado Alexandre Carvalho afirmou que Margarida ainda não se entregou e que o caso já está sendo analisado pela equipe de defesa. "Nós vamos pedir a liberdade dela ao menos com tornozeleira, porque é uma senhora, não estava lá. É uma advogada, ela estava trabalhando", completa.


Além da defesa, a seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) emitiu uma nota em que afirma que tem "atuado como terceiro interessado em favor da dra. Margarida", pois o que se tem até o momento nos autos "dá a entender que sua atuação se deu dentro dos limites da advocacia".

Outros alvos

Além de Margarida, outras duas pessoas são alvo de mandado de prisão. O empresário Aildo Francisco Lima, conhecido como "Bahia", que foi identificado depois de ter feito uma live sentado na cadeira de Moraes durante os atos extremistas.


A outra prisão foi a de Basilia Batista, em São Paulo. A operação ainda cumpre dez mandados de busca e apreensão.

Lesa Pátria

A PF apura se os investigados cometeram os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

As investigações continuam em curso, e a operação é permanente. O objetivo é identificar pessoas que depredaram, instigaram, financiaram ou fomentaram os fatos ocorridos em 8/1, em Brasília, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos.

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