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CGU acionará Lei Anticorrupção se servidores públicos tiverem participação no Caso Master

Ministro do órgão disse que adoção da medida vai depender das conclusões de investigação interna promovida pelo Banco Central

Brasília|Do R7, com Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro da CGU afirma que órgão acompanha sindicância interna do Banco Central sobre o Banco Master.
  • Investigação pode resultar em punições para servidores envolvidos, incluindo demissões.
  • CGU pode acionar a Lei Anticorrupção se houver evidências de corrupção ou fraudes.
  • O incidente reforça a necessidade de novas regras para prevenir fraudes no sistema financeiro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Vinicius de Carvalho deu declaração durante entrevista ao programa "Bom Dia, Ministro" Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil - 12.02.2026

O ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Vinicius de Carvalho, afirmou, nesta quinta-feira (12), que o órgão acompanha e supervisiona a sindicância interna do BC (Banco Central) no Caso Master, assim como pode processar a empresa caso a instituição investigada tenha “corrompido” algum servidor público.

A declaração se deu durante participação no programa “Bom Dia, Ministro”, da EBC (Empresa Brasil de Comunicação). “O Banco Central instaurou uma investigação interna, uma sindicância para avaliar a conduta de servidores, de ex-diretores”, declarou o ministro.


“Isso pode se transformar em um processo disciplinar, que pode gerar punição para esses servidores, inclusive demissão. O papel da CGU é acompanhar e supervisionar essas investigações”, completou.

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Vinicius de Carvalho acrescentou que o Brasil enfrenta grandes casos de fraudes, mas que o governo federal tem dificultado a ação dos criminosos.


Sobre o caso dos investimentos de fundos de previdência dos entes federativos no Banco Master, o ministro comentou que os escândalos dão oportunidade para o governo pensar novas regras para coibir fraudes.

“Se, no caso do Master, também se identificar qualquer indício de que a instituição pagou propina a alguém, a algum servidor público federal, de que corrompeu alguém, de que fraudou algum processo de fiscalização para além desse do Banco Central, podemos abrir processo pela Lei Anticorrupção também”, completou o ministro.

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