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Dark Horse: área técnica do STF sinaliza que caso pode ficar com Mendonça

O parecer apresentado não menciona que o caso deva ficar com o ministro, mas lembra que ele é o relator de duas ações sobre o tema

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A área técnica do STF sugeriu que a notícia-crime contra Jair Bolsonaro e seus filhos pode ficar com o ministro André Mendonça.
  • Há duas ações relacionadas ao filme "Dark Horse" já sob a relatoria de Mendonça, o que justifica a possível atribuição do caso a ele.
  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que Mendonça seja o relator, pois o caso já está sendo apurado sob sua responsabilidade.
  • O deputado Lindbergh Farias solicitou a inclusão de Flávio e Jair Bolsonaro na investigação sobre a captação milionária para o filme "Dark Horse".

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

PGR defende que o ministro André Mendonça seja o relator da notícia-crime Rosinei Coutinho/Arquivo/STF

A área técnica do STF (Supremo Tribunal Federal) sinalizou ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, que a notícia-crime apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus filhos Flávio e Eduardo pode ficar sob relatoria do ministro André Mendonça.

O parecer apresentado não menciona especificamente que o caso deva ficar com Mendonça, mas lembra que há duas ações relacionadas ao filme Dark Horse já foram distribuídas por prevenção ao ministro.


Nesta semana, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, enviou um documento ao STF no qual defende que o ministro André Mendonça seja o relator da notícia-crime.

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A PGR defendeu Mendonça porque o caso já é alvo de uma apuração sob relatoria do ministro. O atual relator, ministro Alexandre de Moraes, enviou o processo para a Presidência da Corte definir a tramitação.


Pedido

No dia 18 de maio, o deputado federal Lindbergh Farias pediu ao STF para incluir, na investigação que apura a atuação internacional de Eduardo Bolsonaro, os nomes de Flávio Bolsonaro — apontado como possível operador político e financeiro da captação milionária junto a Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master — e Jair Bolsonaro, que teria sido o beneficiário político direto da operação.

Segundo a petição, Flávio Bolsonaro teria cobrado dezenas de milhões de dólares de Vorcaro sob a justificativa de financiar o filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.

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