Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Esquema do Master teria ‘braço local’ no RJ, com milicianos, policiais e ‘bicheiro’

Núcleo carioca era liderado por Manoel Mendes Rodrigues, que compunha o comando central da organização

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Investigações da PF revelam um "braço local" do esquema do Banco Master no Rio de Janeiro.
  • Manoel Mendes Rodrigues, bicheiro, lidera a estrutura carioca e atua como braço intimidatório da organização.
  • Ex-funcionário relatou ameaças de morte vinculadas a Manoel e ao jogo do bicho.
  • A organização inclui policiais, ativos e aposentados, envolvidos em atividades ilícitas de monitoramento e obtenção de dados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Núcleo carioca tinha ligação com comando central do esquema criminoso Tomaz Silva/Agência Brasil - Arquivo

Investigações da PF (Polícia Federal) acerca do esquema envolvendo o Banco Master indicaram a presença de um “braço local” do grupo criminoso, localizado no Rio de Janeiro, com a presença de milicianos, policiais e operadores do Jogo do Bicho.

De acordo com a decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), a PF aponta que a estrutura carioca era liderada pelo bicheiro Manoel Mendes Rodrigues, integrante do núcleo central “A Turma” e, por isso, “elo” entre o comando central da organização e a força local.


“Manoel aparece, nesta fase, como responsável por disponibilizar mão de obra intimidatória e presença física no Estado do Rio de Janeiro, servindo de instrumento de coerção para a organização criminosa”, descreve a decisão.

Ainda segundo o texto, um parecer do Ministério Público Federal apontou que um ex-funcionário de Daniel Vorcaro relatou ter sido ameaçado de morte por um grupo de cerca de sete homens. Segundo o homem, um dos interlocutores se identificou como Manoel, amigo do banqueiro e disse que “mexia com jogo do bicho”.


Leia Mais

Policiais integravam o esquema

A investigação também revelou que a organização mantinha uma estrutura composta por policiais federais, atuantes e aposentados, que operavam sob coordenação estratégica de Felipe Mourão.

As atividades do grupo variavam desde a obtenção clandestina de dados sigilosos até o monitoramento telemático ilícito de autoridades e desafetos. Nesta etapa da operação, a PF mirou quatro agentes envolvidos na organização criminosa: Valéria Vieira Pereira da Silva, delegada de Polícia Federal; Anderson Wander da Silva Lima, agente ativo da coorporação; Francisco José Pereira da Silva e Marilson Roseno da Silva, ambos policiais aposentados.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.