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Flávio discute com Departamento de Estado dos EUA classificar PCC e CV como terroristas

Sem a presença do secretário de Estado, Marco Rubio, reunião ocorre um dia após audiência com o presidente Donald Trump

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro se reuniu com o Departamento de Estado dos EUA para discutir a classificação do PCC e CV como grupos terroristas.
  • A reunião ocorreu após encontro com o presidente Donald Trump, com a presença de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.
  • A discussão incluiu cooperação entre Brasil e EUA e a designação das facções como organizações terroristas, proposta rejeitada pelo governo Lula.
  • Flávio prometeu apoiar a coalizão Escudo das Américas, iniciativa de Trump contra o narcotráfico, caso seja eleito.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

No encontro, Flávio também teria abordado oportunidades de cooperação entre Brasil e EUA Joédson Alves/Agência Brasil - Arquivo

Após se reunir com o presidente norte-americano, Donald Trump, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Planalto, foi recebido nesta quarta-feira (27) no Departamento de Estado dos EUA. Ele discutiu a classificação de facções brasileiras, como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como grupos terroristas.

A informação foi divulgada pelo comunicador Paulo Figueiredo, aliado de Flávio, logo após o encontro na sede da diplomacia americana. Além de Paulo, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro esteve presente na reunião.


Segundo Figueiredo, “a conversa abordou oportunidades de cooperação entre Brasil e Estados Unidos diante de uma eventual eleição do senador, além da urgência da designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”. Flávio e a base bolsonarista no Congresso Nacional defendem o enquadramento das facções, medida que é rejeitada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva.

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Na véspera, o senador relatou ter dito a Trump que apoiará a medida se for eleito e que também vai levar o Brasil a aderir à coalizão política e militar Escudo das Américas. A iniciativa foi lançada em março pelo republicano, com o apoio de 17 países, para promover ações militares no combate ao narcotráfico.


A reunião desta quarta ocorreu com Christopher Landau, secretário de Estado adjunto e número dois da diplomacia americana, e com Darren Beattie, consultor sênior de Políticas para o Brasil no órgão. A comitiva não foi recebida por Marco Rubio — o secretário de Estado acaba de voltar de viagem e cumpre agenda com o presidente Trump.

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