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Flávio Dino será relator de pedido da PF para abrir terceiro inquérito sobre Lulinha

Investigação apura suspeita de tráfico de influência para favorecer empresas parceiras de Fábio Luís Lula da Silva

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Dino, ministro do STF, será relator do pedido da Polícia Federal para abrir terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva.
  • A investigação apura suspeita de tráfico de influência para favorecer empresas parceiras do filho do presidente Lula.
  • Dois inquéritos já foram autorizados anteriormente, envolvendo contratos do Ministério da Saúde e da Dataprev.
  • O novo inquérito busca autorização para investigar possíveis favorecimentos no âmbito do governo federal.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

PF aponta suspeita de atuação para favorecer empresas parceiras do filho do presidente Lula Juca Varella/Estadão Conteúdo - 16/02/2008

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), será o relator do pedido da Polícia Federal para instaurar um terceiro inquérito para investigar o empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A distribuição do caso ocorreu por sorteio.

A PF solicitou autorização da Corte para investigar uma nova suspeita de tráfico de influência envolvendo o empresário. Desta vez, os investigadores apuram um suposto favorecimento a empresas parceiras de Fábio Luís no âmbito do governo federal.


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Na semana passada, o ministro André Mendonça autorizou a abertura de outros dois inquéritos envolvendo o filho do presidente.

O primeiro, autorizado na quinta-feira (30), investiga um suposto esquema de tráfico de influência em contratos do Ministério da Saúde relacionados ao fornecimento de cannabis medicinal. Segundo relatório da Polícia Federal, há indícios de que Fábio Luís teria atuado para favorecer o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.


O segundo inquérito, autorizado por Mendonça na sexta-feira (31), apura a suspeita de atuação para beneficiar empresários em contratos firmados com a Dataprev.

Agora, caberá ao ministro Flávio Dino analisar o novo pedido da Polícia Federal para abertura de uma terceira investigação.

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