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Fogo na COP30: Ministério da Saúde diz que 21 pessoas tiveram de ser atendidas

Pasta informou que ninguém sofreu queimaduras; 12 pacientes já foram liberados após avaliação médica

Brasília|Ana Isabel Mansur e Lis Cappi, do R7, enviadas especiais a Belém

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Zona Azul da COP30 teve de ser evacuada às pressas OSWALDO DE FREITAS/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO - 20.11.2025

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (20) que 21 pessoas precisaram ser atendidas após o incêndio que atingiu as instalações da COP30, em Belém (PA).

Dessas, 19 receberam auxílio após inalação de fumaça e dois indivíduos tiveram crise de ansiedade em decorrência do incidente. Do total, 12 pacientes foram liberados após avaliação médica.

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“Os demais estão recebendo assistência adequada nos serviços de saúde de Belém e em uma unidade de referência para esses casos”, informou a pasta em nota, sem detalhar quais diagnósticos seguem sob observação.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, ninguém sofreu ferimentos por queimadura.

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A atualização é das 18h e foi feita pelo Ciocs (Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde), coordenado pela pasta federal e com atuação de equipes estaduais e municipais.

Os grupos “seguem acompanhando e monitorando a assistência e o estado de saúde dos atendidos”, completou a nota.

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Mais cedo, a presidência da COP30 informou que tinha auxiliado 13 pessoas no local por inalação de fumaça.

Incêndio

Os participantes tiveram de deixar a Zona Azul — principal área da conferência, onde ocorrem as negociações — às pressas, devido ao fogo.

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Segundo os organizadores do evento, todas as pessoas que estavam no local foram “evacuadas com segurança”.

A Zona Verde, aberta ao público, segue em funcionamento normalmente. Oficialmente, a conferência das Nações Unidas que discute as mudanças climáticas termina nesta sexta-feira (21).

Após o incidente, a ONU informou, por meio de comunicado, que as atividades estariam suspensas ao menos até as 20h desta quinta.

O Cobom do Pará (Corpo de Bombeiros Militar) informou que as chamas foram contidas em seis minutos, com 244 extintores e mangueiras.

Segundo a corporação, 56 militares trabalharam na ação e viaturas dos bombeiros de fora da Zona Azul auxiliaram no combate.

“As causas do incêndio são investigadas, mas provavelmente foi algum equipamento eletrônico. Deve ter sido um micro-ondas”, destacou o Cobom, em nota.

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