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Gilmar Mendes defende Messias ao STF: ‘Atuação técnica, respeito aos Poderes e conciliador’

Ministro do STF citou atuação de advogado-geral frente ao tarifaço e disse que escolhido de Lula está ‘à altura do cargo’

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gilmar Mendes defende Jorge Messias como indicado ao STF, destacando seu perfil conciliador.
  • Messias é elogiado por sua atuação técnica e respeito à separação dos Poderes durante sua trajetória no serviço público.
  • O ministro acredita que Messias está apto para o cargo, apontando sua defesa da soberania nacional contra tarifas dos EUA.
  • Messias passará por sabatina na CCJ e votação no plenário do Senado, onde enfrentará críticas por sua proximidade com Lula.

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O ministro Gilmar Mendes defendeu a condução de Jorge Messias ao STF
O ministro Gilmar Mendes defendeu a condução de Jorge Messias ao STF Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), saiu em defesa do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para que faça parte da Corte.

Por meio de nota, divulgada neste domingo (12), o magistrado elogiou a carreira e perfil conciliador do indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo.


“Ao longo de sua trajetória no serviço público, Jorge Messias exerceu funções de elevada responsabilidade, destacando-se sempre pela atuação técnica, pelo respeito à separação dos Poderes e pelo perfil conciliador”, afirmou.

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O magistrado também exaltou a atuação do AGU frente ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil e disse considerar que ele está à altura do cargo.


“Desempenhou papel relevante na defesa da soberania nacional, no enfrentamento do tarifaço. Sua atuação perante o Supremo também foi fundamental para a responsabilização de big techs por publicações criminosas nas redes sociais“, apontou.

Gilmar Mendes ainda defendeu que Messias tenha o nome aprovado nas etapas de avaliação junto ao Senado.


O advogado-geral passará por uma sabatina, na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), onde precisa de 13 votos, e por votação no plenário, com necessidade de apoio de ao menos 41 senadores. As duas fases estão previstas para 29 de abril.

Conforme mostrou o R7, a resistência ao nome dele diminuiu entre senadores, mas tem sido criticada por oposicionistas, que questionam a formação do AGU e uma proximidade ao presidente Lula, por ter sido nomeado advogado-geral em seu governo.

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