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Jornalista Érika Leal morre aos 47 anos e deixa legado de dedicação ao jornalismo

Jornalista estava internada havia cerca de um mês e meio, após sofrer um acidente doméstico, e deixa duas filhas

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Érika Leal, jornalista da Record Brasília, faleceu aos 47 anos após dois meses em coma devido a um acidente doméstico.
  • Ela teve uma carreira diversificada, cobrindo política, economia, cultura e entretenimento em veículos como TV Band e Rádio CBN.
  • Formada pela UFG, Érika também concluiu um mestrado na Inglaterra, destacando-se pela fluência em inglês e entrevistas internacionais.
  • Deixa duas filhas e um legado de dedicação ao jornalismo, sendo lembrada por sua paixão pela comunicação e compromisso com a informação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Jornalista marcou a carreira pela atuação em diferentes editorias Reprodução/@jornalista.erikaleal

A jornalista Érika Leal morreu nesta terça-feira (7), aos 47 anos, em Brasília. Repórter da RECORD Brasília, ela estava internada havia pouco mais de um mês no HRAN (Hospital Regional da Asa Norte), onde permaneceu em coma após sofrer um acidente doméstico.

A notícia encerra uma trajetória construída com curiosidade, compromisso com a informação e paixão pelo jornalismo. Ao longo da carreira, Érika percorreu diferentes editorias, acompanhando de perto os principais acontecimentos da capital federal e dando voz a personagens das mais diversas histórias.


Integrante da equipe da RECORD Brasília desde outubro de 2019, ela se destacou pela cobertura de temas como política, economia, cultura e entretenimento. Antes disso, passou por importantes veículos de comunicação do Distrito Federal, entre eles a TV Band, a Tribuna do Brasil, o Jornal de Brasília e a Rádio CBN, reunindo experiências em televisão, rádio, jornal impresso, internet e assessoria de imprensa.

Formada em Jornalismo pela UFG (Universidade Federal de Goiás), Érika buscou ampliar sua formação acadêmica na Inglaterra, onde concluiu um mestrado em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster. Fluente em inglês, fazia do idioma mais uma ferramenta para aproximar informações do público, entrevistando fontes internacionais e traduzindo conteúdos com precisão.


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Nos bastidores das redações, era reconhecida pela dedicação ao trabalho, pela disposição em enfrentar novos desafios e pelo cuidado na apuração dos fatos. Diante das câmeras, transformava acontecimentos do cotidiano em informação acessível aos telespectadores.

Além da carreira consolidada no jornalismo, Érika deixa o legado mais importante de sua vida: as filhas Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17, familiares, amigos e colegas que hoje se despedem de uma profissional cuja trajetória foi marcada pelo compromisso de informar e pela paixão pela comunicação.

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