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Nome de ministro da CGU ganha força para ser novo indicado ao STF após rejeição de Messias

R7 apurou que Vinícius de Carvalho já era cotado para o cargo; ala do PT, contudo, defende que Lula indique uma mulher para o cargo

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Após a rejeição de Jorge Messias, Vinícius Marques de Carvalho é cogitado para a vaga no STF.
  • Carvalho já era considerado para o cargo antes da desistência de Messias, e seu nome ganhou força com a rejeição.
  • Uma ala do PT pede que Lula considere a indicação de uma mulher para o cargo.
  • A rejeição de Messias foi histórica, sendo a primeira vez em 132 anos que um indicado do presidente para o STF não é aprovado pelo Senado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Vinícius de Carvalho
Vinícius de Carvalho é o atual ministro da CGU Kenzo Suzuki/CGU - 28.4.2026

Após o Senado rejeitar Jorge Messias como ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia indicar o atual ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Vinícius Marques de Carvalho, para a vaga.

O R7 apurou que o nome dele era cotado para o cargo desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e havia sido sondado pelo presidente para assumir a indicação caso Messias desistisse.

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Segundo relatos feitos à reportagem, o nome de Carvalho ganhou força com o revés de Messias. Uma ala do PT, contudo, defende que Lula avalie outras opções e indique uma mulher para o cargo.

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Nascido em São Paulo (SP), Carvalho é graduado em direito pela USP (Universidade de São Paulo). Ele é ministro da CGU desde janeiro de 2023.

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Carvalho presidiu o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) entre 2012 e 2016, durante o governo Dilma Rousseff.

Ele também foi secretário de Direito Econômico, conselheiro do Cade e chefe de gabinete da Secretaria Especial dos Direitos Humanos.

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O ministro é doutor em direito comercial pela USP e em direito comparado pela Université de Paris 1 Pantheon-Sorbonne, onde foi professor-visitante.

Rejeição de Messias

Na última quarta-feira (29), o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF, impondo uma derrota histórica ao presidente Lula. Essa foi a primeira vez em 132 anos que os senadores não aprovaram uma indicação do presidente da República para o Supremo.

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Messias até foi aprovado após sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mas acabou barrado durante a votação secreta no plenário do Senado, com 42 parlamentares contrários e 34 favoráveis.

A rejeição de Messias repercutiu internacionalmente. Jornais como o espanhol El País classificaram o resultado como uma “derrota histórica”, levantando dúvidas sobre a articulação entre o Planalto e o Congresso.

A agência Associated Press, por sua vez, que integra o The Washington Post e outros veículos de comunicação, chamou o episódio “sinal de fragilidade na popularidade do presidente” e um “golpe político” dos parlamentares.

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