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Oposição quer levar PEC da escala 6x1 para outra comissão e atrasar votação no Senado

Senadores pedem que a proposta passe pela Comissão de Assuntos Econômicos antes de ir ao plenário

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Senadores de oposição querem que a PEC do fim da escala 6x1 passe pela CAE antes de ir ao plenário.
  • A estratégia visa atrasar a votação antes das eleições de outubro, evitando contaminação eleitoral.
  • O senador Omar Aziz apresentará o parecer da PEC na CCJ até 2 de setembro.
  • A proposta, já aprovada pela Câmara, reduz a jornada de trabalho e prevê duas folgas semanais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Senado pode votar na semana que vem PEC que acaba com a escala 6x1 Marcos Oliveira/Agência Senado - Arquivo

Os senadores de oposição preparam um pedido para que a PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a escala 6x1 passe por mais de uma comissão antes de ir ao plenário. A proposta foi encaminhada à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado na última sexta-feira (21) e pode ser votada na próxima semana.

De acordo com o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), será protocolado ainda nesta quarta-feira (26) um pedido para que a matéria também seja avaliada pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado.


A ideia é atrasar a discussão para inviabilizar uma votação antes das eleições, que acontecem em outubro. Um dos argumentos é que o debate não pode ser contaminado pela disputa eleitoral.

Caso o requerimento seja rejeitado, outras estratégias são discutidas internamente pela oposição, como pedido de vista e votação nominal.


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O senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da PEC do fim da escala 6x1, vai apresentar o parecer nesta quinta-feira (27) para que seja lido e colocado em votação na CCJ até o dia 2 de setembro, durante a semana de esforço concentrado no Congresso.

A proposta, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas e prevê duas folgas semanais, foi aprovada pela Câmara no fim de maio e demorou quase três meses para avançar no Senado.

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