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Presidente da CLDF fará convocação extraordinária nesta segunda (9) após afastamento do governador

Distritais estão em recesso parlamentar desde 15 de dezembro; Wellington Luiz prepara ato após decisão de Alexandre de Moraes

Brasília|Marina Marquez, do R7, em Brasília


Deputado distrital e presidente da Câmara Legislativa do DF, Wellington Luiz (MDB)
Deputado distrital e presidente da Câmara Legislativa do DF, Wellington Luiz (MDB)

O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputado Wellington Luiz (MDB), vai convocar os deputados distritais para uma sessão extraordinária para tratar do afastamento do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB) determinado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

"Vamos fazer a convocação extraordinária hoje. Estou em reunião virtual com alguns deputados que estão fora do DF e vamos marcar uma reunião presencial, talvez ainda hoje", afirmou o presidente da CLDF ao R7.

Moraes afastou o governador do cargo por, pelo menos, 90 dias e deu o prazo de 24 horas para que os acampamentos dos manifestantes sejam desmontados. A decisão foi divulgada por volta de 0h desta segunda-feira (9), horas após manifestantes invadirem as sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e provocarem diversos atos de vandalismo. O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, decretou intervenção federal na segurança do DF.

"Absolutamente nada justifica a omissão e conivência do Secretário de Segurança Pública e do Governador do Distrito Federal com criminosos que, previamente, anunciaram que praticariam atos violentos contra os Poderes constituídos", diz Moraes.

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Invasões

Vídeos publicados nas redes sociais mostram o momento em que os manifestantes subiram a rampa do Congresso Nacional e invadiram a parte superior, onde ficam as cúpulas do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, além do Salão Verde, localizado dentro do edifício.

Depois, o grupo tentou invadir, com sucesso, o Palácio do Planalto, sede da Presidência da República, local onde o presidente da República despacha, em Brasília. 

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Manifestantes invadiram, ainda, o edifício do STF. No local, vidros foram quebrados e objetos destruídos nas dependências da Corte. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram inicialmente que a porta que o ministro Alexandre de Moraes utiliza para guardar a toga foi arrancada.

Até o fim da noite de domingo (8), a Polícia Civil do DF tinha confirmado 300 presos após os atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes. 

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