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Preso, ex-presidente do BRB troca de defesa e ensaia uma eventual delação

Advogado Cleber Lopes, que também representa o ex-governador do DF Ibaneis Rocha, deixa o caso

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, trocou de advogado para iniciar um processo de delação premiada.
  • Os novos defensores são Eugênio Aragão e Davi Tangerino, substituindo Cleber Lopes, que representa o ex-governador Ibaneis Rocha.
  • A Segunda Turma do STF começou a julgar a manutenção da prisão de Costa, com expectativa de que a decisão do ministro André Mendonça seja mantida.
  • Costa é suspeito de ter recebido imóveis avaliados em R$ 146,5 milhões como propina para facilitar negociações bancárias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Paulo Henrique Costa é suspeito de ter recebido como propina ao menos seis imóveis de Vorcaro BRB/Divulgação

O ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, decidiu trocar de defesa para que possa começar um processo de delação premiada. Ele está preso desde a semana passada.

Com a mudança, o advogado Cleber Lopes deixa o caso, que passa a ser assumido por Eugênio Aragão e Davi Tangerino. O movimento evita um possível conflito de interesses: Lopes é advogado do ex-governador Ibaneis Rocha, que poderia ser citado em uma eventual delação de Paulo Henrique Costa.


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Julgamento no STF

O plenário virtual da Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começou a julgar, nesta quarta-feira (22), se mantém ou não a prisão do ex-presidente do BRB. A expectativa é de que os ministros ratifiquem a decisão de André Mendonça.

O julgamento ocorre entre 11h desta quarta-feira (22) e 23h59 da próxima sexta (24). Na modalidade virtual, os ministros não debatem, apenas inserem seus votos no sistema. Se houver pedido de vista, o julgamento será suspenso. Caso haja um pedido de destaque, o caso é levado ao plenário físico.


Segundo a PF, a suspeita é de que Costa tenha recebido como propina ao menos seis imóveis de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master — dois em Brasília e quatro em São Paulo. As propriedades são avaliadas em R$ 146,5 milhões e teriam servido para facilitar as negociações entre as duas instituições financeiras.

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