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STF vai julgar presencialmente recursos de big techs sobre redes sociais

A análise agora será feita no plenário físico, mas foi adiada sem uma nova data definida

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF retirou de pauta os recursos de big techs contra decisão sobre responsabilidade em redes sociais.
  • O julgamento, previsto para maio e junho, foi adiado sem nova data definida.
  • A discussão envolve a responsabilização das plataformas por desinformação e discursos de ódio.
  • O adiamento prolonga o impasse jurídico entre o Judiciário e as gigantes da tecnologia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Adiamento da análise prolonga o impasse jurídico entre o Judiciário e as gigantes da tecnologia Gustavo Moreno/STF - 12.10.2025

O STF (Supremo Tribunal Federal) retirou da pauta de julgamentos virtuais os recursos apresentados por grandes empresas de tecnologia, as chamadas big techs, contra a decisão da Corte que estabeleceu regras de responsabilidade sobre conteúdos publicados em redes sociais.

A análise agora será feita no plenário físico, mas foi adiada sem uma nova data definida.


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A discussão gira em torno da responsabilização civil das plataformas por publicações de terceiros que envolvam desinformação, discursos de ódio ou atos antidemocráticos.

Entre as big techs que recorreram à Corte, estão a Meta (dona do Facebook e do Instagram) e o Google, que pedem esclarecimentos na tese. Em junho do ano passado, o STF decidiu, por 8 votos a 3, que parte do artigo 19 do Marco Civil da Internet é inconstitucional.


Esse trecho só permitia a punição das plataformas por eventuais danos causados por postagens caso as empresas tivessem descumprido uma ordem judicial para remoção das publicações.

Com a retirada de pauta pelo relator, o tribunal ganha mais tempo para alinhar o entendimento entre os ministros e avaliar o impacto regulatório da medida.


Por outro lado, o adiamento prolonga o impasse jurídico entre o Judiciário e as gigantes da tecnologia, que defendem a manutenção dos critérios do Marco Civil da Internet — o qual exige ordem judicial prévia para a derrubada de postagens.

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