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STF volta a analisar indenização de fotógrafo que perdeu olho ao ser baleado pela PM em protesto

Até o momento, três ministros votaram para reconhecer a responsabilidade do estado de São Paulo e fixar uma indenização

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Primeira Turma do STF reavalia o caso do fotógrafo Sérgio Silva.
  • Ele perdeu o olho esquerdo ao ser atingido por uma bala de borracha da PM durante protesto em 2013.
  • Até agora, três ministros já votaram a favor de reconhecer a responsabilidade do Estado.
  • A ministra Cármen Lúcia será a primeira a votar na sessão que analisa o caso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ferido por bala de borracha da PM, o repórter fotográfico Sérgio Silva perdeu o olho esquerdo Fernando Frazão/Agência Brasil - Arquivo

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) volta a analisar, nesta terça-feira (28), o caso do repórter fotográfico Sérgio Silva, que perdeu o olho esquerdo após ter sido ferido com uma bala de borracha da PM (Polícia Militar) de São Paulo.

O incidente aconteceu quando ele fazia a cobertura de manifestação contra o aumento da tarifa no transporte público, na capital paulista, em junho de 2013.


Até o momento, o ministro Alexandre de Moraes votou para reconhecer a responsabilidade do estado de São Paulo e fixar uma indenização.

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Ele foi seguido pelos ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin. Na sessão desta terça-feira, a primeira a votar vai ser a ministra Cármen Lúcia.


Está em debate o reconhecimento do direito à pensão mensal vitalícia ao fotojornalista, em valor ainda a ser definido, além da condenação do estado de São Paulo ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais.

Em primeira e segunda instâncias, a Justiça paulista negou a indenização.


Em nota conjunta, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no estado de São Paulo e a Federação Nacional dos Jornalistas classificaram o caso como emblemático no combate à violência do Estado e à impunidade, e defenderam que o STF reconheça a responsabilidade estatal e assegure indenização ao profissional.

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