MDB não optava pela neutralidade no 1º turno desde 2006
Partido lançou candidaturas ou integrou chapas ao Planalto nas últimas quatro eleições, mas decidiu liberar estados em 2026
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A decisão do MDB de não apoiar nenhum candidato à Presidência no primeiro turno a nível nacional, anunciada nesta segunda-feira (27), rompe com uma estratégia adotada pelo partido nas últimas duas décadas. A legenda não ficava neutra no início da campanha ao Planalto desde 2006.
Nas últimas quatro eleições presidenciais, o partido lançou candidatura própria ou integrou chapas que concorreram à Presidência. Em 2022, a escolha foi por Simone Tebet, então filiada à legenda. Na eleição anterior, em 2018, o MDB lançou o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles.
Nenhum dos dois chegou ao segundo turno. Nessa etapa, o partido optou pela neutralidade, liberando os diretórios estaduais para fazer suas próprias escolhas a depender de estratégias locais. Já em 2014 e 2010, o MDB contou com Michel Temer como vice na chapa de Dilma Rousseff (PT), vencedora das duas eleições.
Em 2026, a decisão foi priorizar a ampliação do número de cadeiras no Congresso e a eleição de governadores. Escolha semelhante à tomada pelo partido 20 anos atrás.
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