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Teresa Leitão diz que não há divergência sobre mérito da PEC do fim da escala 6x1

Após reunião com Alcolumbre, líder do governo no Senado afirmou que a proposta não está parada e avança por meio de diálogo

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Teresa Leitão afirma que não há divergências sobre o mérito da PEC do fim da escala 6x1.
  • A proposta está em debate e avança por meio do diálogo, sem um calendário definido para tramitação.
  • O senador Paulo Paim e Guilherme Boulos destacam a importância e a necessidade de votação da proposta.
  • Discussões com o presidente do Senado ocorrem de forma respeitosa, com reconhecimento do impacto social da medida.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Teresa Leitão diz que PEC do fim da escala 6x1 avança com diálogo Lula Marques/Agência Brasil - 01.07.2026

A líder do governo no Senado, Teresa Leitão, afirmou nesta quarta-feira (1º) que a tramitação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e a redução da jornada semanal para 40 horas “não está parada”. A declaração foi feita após reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Ao ser questionada sobre a possibilidade de a pauta ser discutida ainda neste semestre, Teresa afirmou que não há discordância em relação ao mérito da proposta.

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“Nem por parte do governo, nem por parte do Congresso Nacional. Lembrem que a pauta não está parada, ela está em debate. O que falta são ajustes na tramitação, com toda a boa vontade e consciência da importância dessa PEC. Nada melhor do que o diálogo para alcançarmos essa vitória”, destacou.

A senadora também ressaltou que ainda não há um calendário definido para a tramitação da matéria. Segundo ela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não fez nenhum pedido específico, apenas destacou a importância do tema.

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O senador Paulo Paim afirmou que Alcolumbre tem demonstrado disposição para avançar com a proposta.

“Ele disse que conversaria com a assessoria para avaliar a possibilidade de uma emenda de redação, ou algum ajuste dentro do governo, após a promulgação, que permita que a medida entre em vigor de imediato”, ressaltou.

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O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, salientou que a posição do governo é de que a proposta precisa ser votada.

“O fim da escala 6x1 precisa ser votado, precisa tramitar. O trabalhador brasileiro tem o direito de saber quem é contra e quem é a favor. É uma proposta de amplo impacto social. Hoje, esse é um dos principais temas do debate político no país, e a população está acompanhando. Impedir a tramitação não é o melhor caminho”, declarou.

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Segundo Boulos, o ideal é que a tramitação ocorra com rapidez. “Esse debate acontece há cerca de um ano e meio. Isso já está precificado pelo setor econômico, e há empresas implementando mudanças por conta própria. A sociedade brasileira está madura para essa discussão”, argumentou.

Boulos também afirmou que as discussões com o presidente do Senado têm ocorrido de forma respeitosa.

“O que tem sido feito é um debate respeitoso com o presidente do Senado. Ter críticas à condução de uma pauta como essa é normal dentro da democracia”, avaliou.

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