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UnB e Anac fecham parceria de R$ 1,1 milhão para projeto sobre presença da mulher na aviação civil

Pesquisa tem o objetivo de mapear a participação e levantar dados direcionados para reduzir a desigualdade de gênero no setor

Brasília|Do R7, em Brasília

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Projeto tem prazo inicial de 15 meses
Projeto tem prazo inicial de 15 meses Cecília Lopes/Ascom GRE - Arquivo

A UnB (Universidade de Brasília) e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) firmaram uma parceria de R$ 1,1 milhão para um projeto de pesquisa sobre a presença de mulheres na aviação civil. O "Mulheres na Aviação Civil: Estudos para uma Regulação Inclusiva no Setor" visa mapear a participação de mulheres no setor aeronáutico, além de levantar dados direcionados para reduzir a desigualdade de gênero.

O projeto tem prazo inicial de 15 meses e vai ser composto por:


• cinco pesquisadores seniores;

• quatro pesquisadores de pós-graduação (mestrado e doutorado);


• dois de apoio técnico; e

• seis graduandos ou graduados para apoio operacional.


O diretor-presidente em exercício da Anac, Ricardo Catanant, afirma que o projeto faz parte de uma estratégia voltada para corrigir a falta de equidade no setor da aviação civil. Ele pontua que entre comissários de bordo, a maioria é de mulheres, mas quando se trata de pilotos, elas são minoria.

É uma questão estratégica do ponto de vista social, político e econômico. Nossa expectativa é identificar, com a ajuda da UnB, quais são os gargalos que se constituem em barreiras, para que esse setor tenha maior participação de mulheres.

(Ricardo Catanant, diretor-presidente em exercício da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil))

A reitora da UnB, Márcia Abrahão, afirma que quatro unidades da universidade fazem parte da pesquisa: FD (Faculdade de Direito), FGA (Faculdade UnB Gama), Face (Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas) e IP (Instituto de Psicologia).


Abrahão ressalta que as unidades possuem experiência em pesquisas e acredita que resultados importantes serão alcançados. "Esperamos conseguir mudanças concretas para garantir a equidade de gênero", afirma.

A coordenadora do projeto pela FD, professora Inez Lopes, ressalta que a pesquisa vai identificar as barreiras da participação das mulheres no setor.

Esse é um grande avanço em relação às questões de gênero em uma indústria com um peso enorme, em razão do tamanho de sua cadeia econômica e da importância estratégica para o país.

(Inez Lopes, professora e coordenadora do projeto pela Faculdade de Direito da UnB)

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