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Grupo investigado pela PF por desmatamento ilegal tem R$ 70 milhões bloqueados por decisão judicial

Associação é suspeita de financiar ações de desmatamento para usar terras ilegalmente

Cidades|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Polícia Federal investiga grupo por desmatamento ilegal na Amazônia.
  • Decisão judicial bloqueou R$ 70 milhões em bens do grupo suspeito.
  • Associados falsificavam documentos e usavam laranjas para apropriar-se de terras públicas.
  • Grupo desmatou mais de 900 hectares e realizava queimadas ilegais para exploração clandestina.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Policiais apreenderam máquinas e veículos pertencentes à organização Divulgação/PF - 22.8.2025

A Polícia Federal cumpriu seis mandados de busca e apreensão e efetuou uma prisão preventiva no âmbito de investigação sobre crimes ambientais, fundiários e de falsificação documental ligados à apropriação ilícita de terras públicas na Amazônia, no município de Boca do Acre (AM).

A Justiça determinou também o sequestro de bens e valores que ultrapassam R$ 70 milhões. Com a medida, os recursos permanecem indisponíveis até decisão final do processo, evitando deterioração ou perda patrimonial.


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De acordo com a corporação, o grupo atuava mediante falsificação de documentos, inserção de informações falsas em sistemas oficiais, uso de laranjas e contratos simulados, com o intuito de proteger os responsáveis e legitimar, de forma fraudulenta, a posse de áreas federais.

As apurações indicam que a associação promoveu, de maneira estruturada, o desmatamento de mais de 900 hectares de floresta nativa, seguido de queimadas ilegais para limpeza de terrenos destinados à exploração pecuária clandestina.


Ainda segundo os investigadores, os envolvidos financiavam o desmatamento, arrendavam áreas embargadas, introduziam rebanhos bovinos e montavam cadeias documentais falsas a fim de se esquivar de sanções administrativas e criminais.

“As investigações revelaram uma associação criminosa reiterada, com atuação sofisticada e continuada ao longo dos anos, voltada a explorar economicamente a Amazônia em prejuízo da União e da sociedade”, afirmou a Polícia Federal.


Veículos de grande porte foram apreendidos durante a operação Divulgação/PF - 22.8.2025

Perguntas e respostas

Qual foi a ação da Polícia Federal relacionada ao desmatamento ilegal?

A Polícia Federal cumpriu seis mandados de busca e apreensão e realizou uma prisão preventiva em uma investigação sobre crimes ambientais, fundiários e falsificação documental no município de Boca do Acre (AM).


O que foi determinado pela Justiça em relação aos bens do grupo investigado?

A Justiça determinou o sequestro de bens e valores que totalizam mais de R$ 70 milhões, tornando esses recursos indisponíveis até a decisão final do processo. O sequestro visa evitar a deterioração ou perda dos bens.

Como o grupo investigado atuava para apropriar-se de terras públicas?

O grupo utilizava falsificação de documentos, inserção de informações falsas em sistemas oficiais, uso de laranjas e contratos simulados para proteger os verdadeiros responsáveis e legitimar, de forma fraudulenta, a posse de terras públicas federais.

Qual foi o impacto ambiental causado pela associação criminosa?

A associação promoveu o desmatamento de mais de 900 hectares de floresta nativa, seguido de queimadas ilegais para limpar as áreas destinadas à exploração pecuária clandestina.

Quais práticas ilegais foram financiadas pelos investigados?

Os investigados financiavam o desmatamento, arrendavam ilegalmente áreas embargadas, introduziam rebanhos bovinos e criavam cadeias documentais falsas para evitar penalidades administrativas e criminais.

Como a Polícia Federal descreveu a atuação do grupo?

A Polícia Federal afirmou que as investigações revelaram uma associação criminosa reiterada, com atuação sofisticada e continuada ao longo dos anos, voltada a explorar economicamente a Amazônia em prejuízo da União e da sociedade.

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