Grupo investigado pela PF por desmatamento ilegal tem R$ 70 milhões bloqueados por decisão judicial
Associação é suspeita de financiar ações de desmatamento para usar terras ilegalmente
Cidades|Do R7
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A Polícia Federal cumpriu seis mandados de busca e apreensão e efetuou uma prisão preventiva no âmbito de investigação sobre crimes ambientais, fundiários e de falsificação documental ligados à apropriação ilícita de terras públicas na Amazônia, no município de Boca do Acre (AM).
A Justiça determinou também o sequestro de bens e valores que ultrapassam R$ 70 milhões. Com a medida, os recursos permanecem indisponíveis até decisão final do processo, evitando deterioração ou perda patrimonial.
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De acordo com a corporação, o grupo atuava mediante falsificação de documentos, inserção de informações falsas em sistemas oficiais, uso de laranjas e contratos simulados, com o intuito de proteger os responsáveis e legitimar, de forma fraudulenta, a posse de áreas federais.
As apurações indicam que a associação promoveu, de maneira estruturada, o desmatamento de mais de 900 hectares de floresta nativa, seguido de queimadas ilegais para limpeza de terrenos destinados à exploração pecuária clandestina.
Ainda segundo os investigadores, os envolvidos financiavam o desmatamento, arrendavam áreas embargadas, introduziam rebanhos bovinos e montavam cadeias documentais falsas a fim de se esquivar de sanções administrativas e criminais.
“As investigações revelaram uma associação criminosa reiterada, com atuação sofisticada e continuada ao longo dos anos, voltada a explorar economicamente a Amazônia em prejuízo da União e da sociedade”, afirmou a Polícia Federal.

Perguntas e respostas
Qual foi a ação da Polícia Federal relacionada ao desmatamento ilegal?
A Polícia Federal cumpriu seis mandados de busca e apreensão e realizou uma prisão preventiva em uma investigação sobre crimes ambientais, fundiários e falsificação documental no município de Boca do Acre (AM).
O que foi determinado pela Justiça em relação aos bens do grupo investigado?
A Justiça determinou o sequestro de bens e valores que totalizam mais de R$ 70 milhões, tornando esses recursos indisponíveis até a decisão final do processo. O sequestro visa evitar a deterioração ou perda dos bens.
Como o grupo investigado atuava para apropriar-se de terras públicas?
O grupo utilizava falsificação de documentos, inserção de informações falsas em sistemas oficiais, uso de laranjas e contratos simulados para proteger os verdadeiros responsáveis e legitimar, de forma fraudulenta, a posse de terras públicas federais.
Qual foi o impacto ambiental causado pela associação criminosa?
A associação promoveu o desmatamento de mais de 900 hectares de floresta nativa, seguido de queimadas ilegais para limpar as áreas destinadas à exploração pecuária clandestina.
Quais práticas ilegais foram financiadas pelos investigados?
Os investigados financiavam o desmatamento, arrendavam ilegalmente áreas embargadas, introduziam rebanhos bovinos e criavam cadeias documentais falsas para evitar penalidades administrativas e criminais.
Como a Polícia Federal descreveu a atuação do grupo?
A Polícia Federal afirmou que as investigações revelaram uma associação criminosa reiterada, com atuação sofisticada e continuada ao longo dos anos, voltada a explorar economicamente a Amazônia em prejuízo da União e da sociedade.
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