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Ações da Azul disparam na estreia na bolsa

Empresa levantou ontem R$ 2 bilhões com venda de ações na BM&FBovespa

Economia|Do R7

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Empresa abriu capital após três tentativas frustradas
Empresa abriu capital após três tentativas frustradas

As ações da companhia aérea Azul avançavam cerca de 8% nos primeiros negócios da estreia do papel na B3, nesta terça-feira (11), após a oferta pública inicial (IPO) que movimentou cerca de R$ 2 bilhões ontem.

Às 12h, as ações da terceira maior companhia aérea do Brasil eram cotadas a R$ 22,34, alta de 6,4% sobre o preço de R$ 21 definido no IPO.


Já os papéis da empresa em Nova York exibiam valorização de 6,4%, a US$ 21,35.

Em comentários na B3, onde acompanhou a abertura dos negócios com as ações da companhia, o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, afirmou a jornalistas que o "IPO deixa a gente forte para enfrentar os desafios do dia a dia" e que a operação "demonstrou a confiança dos investidores na retomada da economia [...] e na superação da maior crise que o País já viveu".


O IPO marca mais um capítulo na retomada das captações no mercado acionário brasileiro, após vários anos da fraca atividade no setor, num cenário de baixa atividade econômica e inflação alta no país.

Antes da Azul, os IPOs mais recentes no mercado brasileiro foram da locadora de veículos Movida e do laboratório médico Instituto Hermes Pardini PARD3.SA, que estrearam em fevereiro, além de outras ofertas subsequentes.


A estreia das ações da Azul ocorreu após três tentativas frustradas. A última, em junho de 2015, foi abortada, assim como das primeiras vezes, pelo cenário adverso do mercado.

A previsão era de que as ações estreassem no nível 2 da Bovespa na sexta-feira passada, mas a operação foi suspensa um dia antes pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e ficou para a segunda-feira.


A empresa disse que pretende usar os recursos da oferta primária para liquidar ou amortizar dívidas e reforçar de capital de giro. A Azul terminou 2016 com R$ 1,79 bilhão em disponibilidade de caixa e dívida de R$ 4 bilhões.

Itaú BBA, Citi, Deutsche Bank, BB Banco de Investimento, Bradesco BBI, Santander Brasil e JPMorgan atuam como coordenadores da operação.

A oferta secundária tem Saleb II Founder 13, Star Sabia, WP-New Air, Azul Holding, ZDBR, Bozano, Maracatu, Morris Azul, Trip e Rio Novo Locações como vendedores.

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