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Análise: investigação comercial dos EUA ao Pix visa tirar do Brasil vantagens financeiras

Empresas de pagamento perderam aproximadamente R$ 2 bi com o Pix; ‘É uma discussão puramente econômica’, reforça entrevistado

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Reunião entre Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva ocorreu em 7 de maio.
  • Possível retorno de tarifas pode ameaçar a economia brasileira.
  • Investigação comercial classifica facções brasileiras como organizações terroristas.
  • Empresas americanas perderam faturamento devido ao uso do Pix, um sistema de pagamento instantâneo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Quase um mês após a reunião entre Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida em 7 de maio, o retorno de um tarifaço volta a ameaçar a economia brasileira. Especialistas esperam que o líder norte-americano rompa o acordo que resolveu a questão das tarifas, firmado durante o encontro

A medida ocorre devido a uma investigação comercial motivada pela classificação das facções Comando Vermelho e PCC (Primeiro Comando da Capital) como organizações terroristas. Segundo Rodrigo Simões, economista e professor da Faculdade do Comércio, a apuração deve pressionar o uso do Pix e possui motivos que vão além da política.


Em um pátio, diversas paredes estão pixadas em vermelho com o símbolo do PCC. Um grupo de indivíduos se aglomera no local.
Classificação das facções como terroristas fez com que pauta voltasse a ser discutida Reprodução / Record News

“O Pix é um fenômeno não só nacional, mas global, de pagamentos instantâneos entre o próprio usuário e a empresa e isso fez com que [...] as empresas americanas tenham perdido um faturamento de aproximadamente R$ 2 bilhões. [...] Isso é uma discussão puramente econômica e política, de vantagens financeiras”, afirmou o especialista ao Conexão Record News desta segunda-feira (1º).

As companhias as quais o professor se refere seriam empresas responsáveis por processar e liquidar pagamentos feitos com cartões de crédito. Elas temem que outros países adotem sistemas semelhantes. “Já há muitos estudos e muitas conversas de outros países, seja na Ásia ou até mesmo na União Europeia, para poder replicar o modelo de pagamento”, completa Simões.

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