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Análise: pressionado por China e EUA, governo brasileiro precisa reagir para evitar crise

‘Muito se fala sobre as tarifas americanas, mas a China acabou de elevar as tarifas sobre os produtos brasileiros’, lembrou especialista

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo brasileiro não vê espaço para acordo com os EUA sobre novas tarifas, rejeitando concessões como renunciar ao Pix ou eliminar impostos sobre etanol.
  • O presidente Lula não acredita em um tarifaço iminente, mas não apresentou plano de reação, o que é criticado por especialistas.
  • A China elevou tarifas sobre produtos brasileiros, aumentando as preocupações econômicas do país.
  • Especialistas alertam que o Brasil deve fortalecer relações internacionais para evitar queda na produção e emprego.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Com a decisão sobre o novo tarifaço dos EUA ao Brasil prestes a ser divulgada nesta quarta-feira (15), integrantes do governo nacional afirmam que o Planalto não enxerga espaço para um acordo. Concessões como renunciar ao Pix ou eliminar o imposto sobre as importações de etanol norte-americano não devem ser obedecidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que declarou na segunda (12) que não acredita em um tarifaço.

Até o momento, nenhum plano de reação foi declarado pelo líder, um erro na análise do professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Finanças e Controle, Pedro de Leão Bispo: “O governo brasileiro está em uma situação em que ele precisa realmente agir. [...] Tem que montar uma equação, enfrentar essas negociações de uma forma muito mais responsável”.


Enquanto o Ocidente ameaça impor novas tarifas, o Oriente as decreta. “Muito se fala sobre as tarifas americanas, mas a China acabou de elevar as tarifas sobre os produtos brasileiros, criando grandes preocupações nas questões alimentícias”, lembrou o especialista durante o Conexão Record News desta terça-feira (14).

Com as duas maiores potências do mundo pressionando o Brasil, o professor enxerga que o país precisa voltar-se às relações internacionais. “Se não, nós vamos ter mais um fator de queda de produção brasileira, consequentemente geração de riqueza menor, consequentemente emprego menor”, concluiu.

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