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Após redução da Petrobras, preços da gasolina e diesel ficam abaixo da paridade de importação 

Com os novos valores, as compras de combustíveis do exterior ficam mais caras e se tornam desfavoráveis para o Brasil

Economia|Do R7, com Agência Estado

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Carro em posto de combustível de São Paulo
Carro em posto de combustível de São Paulo

Os preços da gasolina e do diesel vendidos para as refinarias no Brasil estão abaixo da paridade de importação, resultado do anúncio feito pela Petrobras, na terça-feira (16), de sua nova estratégia comercial para esses combustíveis. Após cerca de sete anos, a petrolífera decidiu abandonar a política de paridade internacional, sujeita à oscilação da cotação do dólar, como base de seus reajustes.

Os valores inferiores à paridade apareceram já na quarta-feira (17), com o diesel apresentando defasagem de 4% em relação ao preço no mercado internacional, de acordo com informações da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). Nesta quinta (18), a defasagem da gasolina nacional estava entre 4% e 5%, e a do diesel já chegava a uma variação entre 7% e 8%, segundo relatório da associação.


Esses dados indicam que as importações, agora, estão desfavoráveis para as refinarias.

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Desde meados de abril, o preço do diesel e, principalmente, o da gasolina, eram negociados nas refinarias da Petrobras acima da paridade de importação, deixando uma janela aberta para as compras de combustíveis no exterior.


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Na quarta-feira, os preços da gasolina e do diesel ficaram 12,6% mais baratos nas refinarias da estatal. A redução também foi comunicada à população e aos investidores no dia anterior, pelo presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

Com os novos valores, os preços do diesel praticados pela empresa estão 8% mais baratos no mercado interno, na comparação com os do Golfo do México, e os da gasolina estão 4% menores.

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