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Banco Central mantém juros em 11% ao ano, como previam especialistas

Com isso, foi interrompido o ciclo de alta que ocorria desde abril do ano passado

Economia|Do R7

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O Copom deve observar a inflação nos próximos seis meses para avaliar se há necessidade de retomar o ciclo de alta dos juros
O Copom deve observar a inflação nos próximos seis meses para avaliar se há necessidade de retomar o ciclo de alta dos juros

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) encerrou nesta quarta-feira (28) o ciclo de alta da taxa básica de juros, a Selic, iniciado em abril do ano passado. Assim como o esperado pelos especialistas, os juros foram mantidos em 11% ao ano.

Segundo o BC, "avaliando a evolução do cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, neste momento, manter a taxa Selic em 11,00% a.a., sem viés".


Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.

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Apesar de a inflação estar bem acima do centro da meta estipulada pelo governo, o Banco Central decidiu esperar os efeitos das altas anteriores. Em abril do ano passado, a taxa básica subiu de 7,25% para 7,5% ao ano.

De acordo com o professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Pedro Raffy Vartanian, a política monetária acarreta efeitos defasados na economia, em um prazo de seis a nove meses.


Com isso, espera-se que o Copom observe o comportamento da inflação nos próximos seis meses para avaliar se há necessidade de retomar o ciclo de alta dos juros.

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