Bovespa fecha no azul após medidas anunciadas pela China
O principal índice da Bolsa de São Paulo subiu 0,71% e fechou o dia com 44.649 pontos
Economia|Do R7

A Bovespa fechou a terça-feira (25) no azul, após o anúncio de medidas de estímulo econômico pela China, mas com o seu principal índice longe das máximas do dia, acompanhando a perda de fôlego das bolsas norte-americanas no fim da sessão.
O Ibovespa subiu 0,47%, a 44.544 pontos. Na máxima da sessão, o índice chegou a subir 2,82%. O giro financeiro totalizou R$ 5,9 bilhões.
Na véspera, o índice de referência do mercado acionário brasileiro recuou à mínima em mais de seis anos, acompanhando um forte movimento global de aversão a risco gerado por preocupações com a economia chinesa.
A reação no ambiente financeiro global nesta sessão, que reverberou na Bovespa, encontrou suporte no corte de juros e das taxas de compulsório pela segunda vez em dois meses pelo banco central chinês.
Veja a reação dos investidores durante a queda das Bolsas mundiais
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Na parte da tarde, contudo, Wall Street perdeu força, com os principais índices acionários passando ao terreno negativo próximo do fechamento, conforme temores sobre a China voltaram a pressionar os negócios. O S&P 500 fechou em queda de 1,35%.
Em nota a clientes, o Bank of America Merrill Lynch avaliou que pode ser necessário muito além das medidas anunciadas pelo BC chinês para segurar os mercados chineses e recomendou a venda em qualquer momento de recuperação.
Como a queda da bolsa chinesa afeta o resto do mundo
Para o trader Thiago Montenegro, da Quantitas Asset Management, as preocupações com China vieram para ficar.
— Podem até ser relevadas a curto prazo, mas vão estar mais presentes nos balanços de risco dos agentes.














