Cai adesão à greve dos bancos em São Paulo nesta quinta
Número de agências e estabelecimentos fechados diminuiu em relação ao dia anterior
Economia|Do R7, com Agência Brasil

Ao todo, 522 locais de trabalho (517 agências e cinco centros administrativos) fecharam nesta quinta-feira (2) no terceiro dia da greve dos trabalhadores bancários.
O número apresenta uma queda em relação ao dia anterior, quando 571 locais foram fechados (557 agências, 12 centros administrativos e duas contingências). O balanço foi divulgado no final da tarde pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
A estimativa é de que 29 mil trabalhadores tenham participado da paralisação nesta quinta, contra 35 mil do dia anterior.
A greve começou na última terça-feira (30) após a categoria trabalhista recusar proposta dos bancos de reajuste de 7,35% (sem descontar a inflação) para os salários e demais verbas salariais e de 8% para os pisos, após oito tentativas de negociações.
Bancários estão em greve por tempo indeterminado:
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A categoria tem como reivindicação um reajuste total de 12,5% nos salários, um piso salarial de R$ 2.975,49, além de outras questões como um 14ª salário, vale-alimentação de R$ 724, vale-cultura de R$ 112,50, mais contratações e combate ao assédio moral.
O pedido de aumento de salário da categoria apresenta um ganho real de 5,8%, descontada a inflação de 6,35% nos últimos 12 meses, até agosto. Foi utilizado no cálculo o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
Como efetuar pagamentos durante a greve
Quem precisar pagarcontasoutributos pode utilizar os caixas eletrônicos, rede 24h, sites dos bancos, aplicativos oficiais para celular, telefone, correspondentes bancários (lotéricas, correios e supermercados, por exemplo), débito direto autorizado e débito automático. Clique aqui para saber como utilizar outros serviços.
Banco Central
Trabalhadores bancários também fizeram uma ato em frente ao prédio do BC (Banco Central), na avenida Paulista, região central de São Paulo, contra a independência da autarquia. A ideia é criticada pela candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e defendida pelos candidatos à Presidência Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB).
Ocorrerão manifestações ao mesmo tempo em frente às filiais do BC no Rio de Janeiro, em Curitiba, Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e na sede em Brasília.
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