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Cesta básica fica mais barata em 14 das 18 capitais pesquisadas

Menor valor é o de Aracaju com R$ 220,68 e o maior é o São Paulo, com R$ 312,07

Economia|Do R7

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O preço da cesta básica em setembro ficou mais em conta em 14 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (3).

Apesar do recuo de 2,37% ocorrido no último mês, São Paulo, continuou a ser a capital com o maior valor (R$ 312,07) para os gêneros alimentícios de primeira necessidade. Com queda de 5,36%, Aracaju ficou com a cesta mais barata, R$ 220,68.


Salário mínimo

Com base no custo apurado para a cesta de São Paulo, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em setembro deste ano, o menor salário pago deveria ser de R$ 2.621,70 ou seja, 3,87 vezes o mínimo em vigor, de R$ 678.


Em agosto, o mínimo necessário era maior e equivalia a R$ 2.685,47 ou 3,96 vezes o piso vigente. Em setembro de 2012, o valor necessário para atender às despesas de uma família chegava a R$ 2.616,41, o que representava 4,21 vezes o mínimo de então (R$ 622).

Devido à predominância de queda no preço dos itens essenciais, a jornada necessária para o trabalhador que ganha salário mínimo adquirir a cesta básica diminuiu em mais de 1 hora, totalizando, na média das 18 capitais, 90 horas e 37 minutos, enquanto em agosto chegava a 91 horas e 42 minutos. Em comparação com setembro de 2012, o tempo de trabalho necessário para a mesma aquisição também teve redução, uma vez que então equivalia a 95 horas e 12 minutos.

Quando se compara o custo da cesta com o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em setembro, 44,77% dos vencimentos para comprar os mesmos produtos que, em agosto, demandavam 45,30%. Em setembro de 2012, o comprometimento do salário mínimo líquido com a compra da cesta equivalia a 47,04%.

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