Cheque especial e empréstimo ficam mais caros, aponta Procon-SP
Modalidades de crédito tiveram alta nas taxas entre janeiro e fevereiro deste ano
Economia|Do R7
Usar o cheque especial e tomar um empréstimo ficaram mais caros para o brasileiro neste começo de ano, segundo pesquisa da Fundação Procon-SP realizada com sete instituições bancárias (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander) e divulgada nesta terça-feira (11).
De acordo com o estudo, entre janeiro e fevereiro deste ano a taxa média do empréstimo pessoal subiu de 5,40% a.m. para 5.44% a.m. entre os bancos pesquisados. O maior aumento foi observado no Banco do Brasil (4,59% a.m. para 4,72% a.m.).
O Bradesco também elevou sua taxa nessa modalidade, de 6,35% a.m. para 6,39% a.m. No Banco Itaú, por sua vez, a alta foi de 6,02% para 6,10%. Os outros bancos mantiveram inalteradas suas taxas de empréstimo pessoal.
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No mesmo período, o cheque especial foi de 8,48% a.m. para 8,66% a.m. — acréscimo de 0,18 ponto percentual. A maior alta, neste caso, foi do Banco Itaú, que subiu sua taxa de 8,75% para 9,47% a.m, uma variação positiva de 8,23%.
Banco do Brasil (7,24% para 7,64% a.m.), Bradesco (8,99% para 9,03% a.m.) e Santander (10,59% para 10,67% a.m.) também aumentaram as suas taxas. Os demais bancos mantiveram suas taxas. Em nota, o Procon recomendou aos consumidores cautela na hora de usar essas duas modalidades de crédito.
— Considerando que, desde novembro de 2013, as taxas médias de cheque especial e empréstimo pessoal têm apresentado um quadro de alta, a recomendação do órgão para o consumidor é para que tenha cautela ao optar por contratar qualquer das modalidades de crédito, refletindo sua real necessidade.















