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China deve aprender com turbulência no mercado acionário, diz vice-ministro das Finanças

Economia|Do R7

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Por Karin Strohecker e Sarah Young

LONDRES (Reuters) - A China deve aprender lições da turbulência no mercado de ações, afirmou o vice-ministro de Finanças do país neste sábado, sinalizando sua intenção de se concentrar na supervisão e no desenvolvimento de novos regulamentos para torná-lo capaz de resistir a qualquer futura turbulência no ambiente financeiro.


As bolsas chinesas despencaram no início deste mês quase 1/3 do pico de meados de junho, eliminando cerca de 4 trilhões de dólares em valores das ações, com investidores assustados por especulações de que o banco central da China estivesse prestes a encerrar o afrouxamento da sua política monetária.

O declínio fez o governo a lançar uma série de ações, incluindo a proibição de venda de ações por executivos e companhias.


Zhu Guangyao disse à Reuters que Pequim estava considerando novas políticas.

"Há uma inadequação na supervisão, e este é o verdadeiro desafio", disse ele em uma entrevista na Embaixada chinesa em Londres. "Depois da forte alta e da forte queda que vimos, precisamos aprender com outros países, com os mercados de ações maduros, incluindo os Estados Unidos e Reino Unido", disse.


Zhu disse que a intervenção da China para estabilizar o mercado se justificava, dado o nível de turbulência e que agora haveria uma avaliação sobre o que tinha acontecido para ajudar a elaborar políticas para lidar com qualquer futura turbulência no mercado.

Ele, entretanto, não disse que outras políticas estavam sendo avaliadas.

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