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CNI: Construção civil tem maior otimismo neste início de ano 

Índice de condições atuais chegou a 51,6 pontos. Segundo a CNI, o resultado acompanhou o movimento dos indicadores de confiança e expectativas

Economia|Do R7

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A construção civil apresenta maior otimismo no começo do ano
A construção civil apresenta maior otimismo no começo do ano MARCIO FERNANDES

Apesar dos indicadores de atividade e emprego terem encerrado 2018 ainda em queda, a indústria da construção civil apresenta maior otimismo no começo deste ano, de acordo com sondagem divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Em uma escala na qual valores abaixo dos 50 pontos representam retração, o índice de condições atuais chegou a 51,6 pontos em janeiro, ultrapassando a linha divisória dos 50 pontos pela primeira vez desde 2014. De acordo com a CNI, o resultado acompanhou o movimento mais promissor dos indicadores de confiança e expectativas.


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O índice de expectativas do setor de construção alcançou 69,7 pontos neste mês, sendo que todas as variáveis do indicador ficaram acima dos 50 pontos, mostrando o otimismo dos empresários para este ano. A expectativa com a atividade chegou a 58,4 pontos, sobre novos empreendimentos foi a 58,1 pontos, para a compra de insumos subiu para 56,4 pontos, e sobre a contratação de empregados chegou a 56,1 pontos.


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Com isso, a intenção de investimentos pela indústria da construção chegou a 38 pontos, o melhor resultado desde janeiro de 2014. "É preciso aproveitar esse momento de otimismo com a economia e facilitar o acesso ao crédito e reduzir os custos dos financiamentos de longo prazo", afirmou a economista da CNI, Dea Fioravante. "O setor precisa de condições melhores de crédito de longo prazo", concluiu.


2018

A atividade no setor fechou dezembro em 44,4 pontos, o pior desempenho no ano passado. Já o índice de número e empregados ficou em 42,8 pontos no último mês de 2018.


"O enfraquecimento da atividade neste período do ano é esperado devido ao recesso das festas de fim de ano, que diminui a assiduidade dos empregados e o desempenho das obras do setor", explicou a CNI. "A queda da atividade gera um impacto mais intenso no emprego, que apresenta o pior resultado desde junho de 2017", completou o documento.

fonte: Estadão Conteudo

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